Com a proximidade da Páscoa, os coelhos ganham popularidade, principalmente entre as crianças. Elas aguardam ansiosas a chegada do coelhinho, porque é ele que traz os ovos de chocolate. Porém, aquele coelho de pelo branquinho, olhos vermelhos, nariz rosado e orelhas compridas, que habita o imaginário infantil e ilustra os trabalhos escolares é uma linhagem domesticada, que não vive na natureza, apenas em cativeiro. O coelho que vive saltitando por nossas matas é pardo, tem olhos escuros e orelhas curtas - ele chama-se tapiti.
O tapiti daria uma bom distribuidor de ovos de Páscoa. Ele não tem olhos vermelhos nem pelo branquinho, mas é agil e rápido, pequeno e discreto, tem hábitos noturnos e poderia deixar os doces nos ninhos das crianças à noite, sem ser visto, enquanto elas dormem. Outra vantagem é que as encomendas chegariam aos destinos sem enganos e sem atrasos, pois ele conhece muito bem o nosso país, melhor do que qualquer outro coelho, isso porque o tapiti é brasileiro.
Popularmente, ele é conhecido como coelho, mas o tapiti não é exatamente um coelho, e sim seu parente: pertence à família dos leporídeos, que inclui lebres, coelhos e tapitis.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
UM GRANDE AMOR TEM TUDO A VER COM O TEMPO
No meio do oceano existia uma ilha onde moravam todos os sentimentos: alegria, tristeza, amor... Um dia souberam que a ilha seria inundada pelas águas. Todos os sentimentos apressaram-se a fugir com seus barcos. Mas o amor – sem muita noção do tempo - resolveu ficar mais um pouco para melhor contemplá-la, antes de desaparecer.
Quase inundada a ilha, o amor começou a pedir socorro. O primeiro pedido foi feito ao barco da riqueza. A resposta foi negativa: não posso, carrego muito ouro e prata, não há lugar para você. O amor continuou pedindo ajuda, agora à vaidade: não posso ajudá-lo, você está todo molhado e poderia sujar e estragar meu barco. A tristeza também recusou o pedido do amor, alegando que estava muito deprimida, preferia ir sozinha. As chances diminuíam e o barco da alegria estava muito cheio – por causa da euforia e do barulho – e não escutou o pedido. Desesperado, o amor começou a chorar quando uma voz o chamou: venha, amor, eu levo você no meu barco. Era um velhinho e o amor ficou tão feliz que esqueceu de perguntar-lhe o nome. Já na margem, o amor perguntou à sabedoria: quem era aquele bom velhinho que me trouxe em seu barco? Foi o tempo, afirmou a sabedoria, e completando a resposta garantiu: só o tempo é capaz de ajudar a entender um grande amor.
Vivemos hoje o tempo da pressa, da velocidade e do barulho. Para ganhar tempo, a sociedade de consumo oferece coisas pré-fabricadas e instantâneas. Você vai a uma loja e compra o que precisa num instante. Em poucos minutos, a dona de casa prepara uma refeição, um financiamento é obtido e um objeto qualquer é adquirido via Internet. Em poucas horas é feita uma viagem que, no passado, demorava uma semana. Além disso, existem coisas virtuais, especialmente amigos e amigas virtuais.
Ninguém tem tempo de esperar e a vida é sacudida por mil sentimentos, quase sempre, na superficialidade. Aí surge o amor à primeira vista, o amor instantâneo, um sentimento misturado com mil outros sentimentos, por vezes, contraditórios. Nós nos amamos e isto basta, é o dogma de muitos jovens. E o amor eterno pode acabar em meses.
A sabedoria antiga explicava que, para conhecer uma pessoa, era necessário antes comer com ela um saco de sal. Era o sal do cotidiano e do tempo. O Evangelho lembra: sobre a areia, é possível construir rapidamente uma casa. E com a mesma velocidade que é construída, ela desaba. Deus é amor e o amor verdadeiro tem um pouco da divindade, mas tem muito do tempo. Um carvalho leva 80 anos para a maturidade, uma abóbora está pronta em 30 dias... Um grande amor tem tudo a ver com o tempo.
Quase inundada a ilha, o amor começou a pedir socorro. O primeiro pedido foi feito ao barco da riqueza. A resposta foi negativa: não posso, carrego muito ouro e prata, não há lugar para você. O amor continuou pedindo ajuda, agora à vaidade: não posso ajudá-lo, você está todo molhado e poderia sujar e estragar meu barco. A tristeza também recusou o pedido do amor, alegando que estava muito deprimida, preferia ir sozinha. As chances diminuíam e o barco da alegria estava muito cheio – por causa da euforia e do barulho – e não escutou o pedido. Desesperado, o amor começou a chorar quando uma voz o chamou: venha, amor, eu levo você no meu barco. Era um velhinho e o amor ficou tão feliz que esqueceu de perguntar-lhe o nome. Já na margem, o amor perguntou à sabedoria: quem era aquele bom velhinho que me trouxe em seu barco? Foi o tempo, afirmou a sabedoria, e completando a resposta garantiu: só o tempo é capaz de ajudar a entender um grande amor.
Vivemos hoje o tempo da pressa, da velocidade e do barulho. Para ganhar tempo, a sociedade de consumo oferece coisas pré-fabricadas e instantâneas. Você vai a uma loja e compra o que precisa num instante. Em poucos minutos, a dona de casa prepara uma refeição, um financiamento é obtido e um objeto qualquer é adquirido via Internet. Em poucas horas é feita uma viagem que, no passado, demorava uma semana. Além disso, existem coisas virtuais, especialmente amigos e amigas virtuais.
Ninguém tem tempo de esperar e a vida é sacudida por mil sentimentos, quase sempre, na superficialidade. Aí surge o amor à primeira vista, o amor instantâneo, um sentimento misturado com mil outros sentimentos, por vezes, contraditórios. Nós nos amamos e isto basta, é o dogma de muitos jovens. E o amor eterno pode acabar em meses.
A sabedoria antiga explicava que, para conhecer uma pessoa, era necessário antes comer com ela um saco de sal. Era o sal do cotidiano e do tempo. O Evangelho lembra: sobre a areia, é possível construir rapidamente uma casa. E com a mesma velocidade que é construída, ela desaba. Deus é amor e o amor verdadeiro tem um pouco da divindade, mas tem muito do tempo. Um carvalho leva 80 anos para a maturidade, uma abóbora está pronta em 30 dias... Um grande amor tem tudo a ver com o tempo.
OUÇAMOS A CRIAÇÃO
Ouça a criação! Parece ser uma urgência tanto maior quanto mais somos invadidos e agredidos pela poluição sonora que se impõe ao nosso redor. A pior perda de sensibilidade auditiva não vem pela deficiência dos ouvidos, mas pela frieza e dureza do coração.
Ouça a criação! É mais do que escutar o canto do joão-de-barro, a melodia dos ventos que sopram na floresta, a harmonia dos grilos no entardecer ou o berro dos rebanhos de nossos campos. Tudo isso também pode ser importante, especialmente para as novas gerações. Porém, para aprendermos ouvir a criação em sua verdadeira linguagem, necessitamos confirmar e acolher, cada dia, a voz da palavra criadora de Deus que ressoa em cada obra que saiu de suas mãos. Tudo fala de Deus!
Ouça a criação! É um chamado que vem do coração da vida, para que a vida não se torne tão vazia e agredida. Há uma palavra que antecede e segue o que nossos ouvidos ouvem e nossos olhos veem. O “Faça-se” pronunciado pelo Criador não emudeceu com o tempo. Em tudo o que nos cerca há uma mensagem de amor sempre vivo e atual. Até mesmo os fatos ruins podem ser entendidos como um grito de alerta para escutarmos a palavra original daquele que fez bem todas as coisas e continua seu projeto.
Ouça a criação! É mais do que escutar o canto do joão-de-barro, a melodia dos ventos que sopram na floresta, a harmonia dos grilos no entardecer ou o berro dos rebanhos de nossos campos. Tudo isso também pode ser importante, especialmente para as novas gerações. Porém, para aprendermos ouvir a criação em sua verdadeira linguagem, necessitamos confirmar e acolher, cada dia, a voz da palavra criadora de Deus que ressoa em cada obra que saiu de suas mãos. Tudo fala de Deus!
Ouça a criação! É um chamado que vem do coração da vida, para que a vida não se torne tão vazia e agredida. Há uma palavra que antecede e segue o que nossos ouvidos ouvem e nossos olhos veem. O “Faça-se” pronunciado pelo Criador não emudeceu com o tempo. Em tudo o que nos cerca há uma mensagem de amor sempre vivo e atual. Até mesmo os fatos ruins podem ser entendidos como um grito de alerta para escutarmos a palavra original daquele que fez bem todas as coisas e continua seu projeto.
UMA RECEITINHA ESPECIAL PARA A SEXTA-FEIRA SANTA
Bacalhau especial
Ingredientes: 1 colher (sopa) de manteiga; ½ cebola picada; 1 cenoura pequena ralada; 100 gramas de bacalhau dessalgado, cozido e desfiado; 1 xícara (chá) de leite; 10 colheres (sopa) de farinha de trigo com fermento. Para polvilhar: ¼ xícara (chá) de leite; queijo parmesão ralado. Para decorar: cenoura ralada.
Modo de fazer: em fogo médio, derreter a manteiga e dourar a cebola. Acrescentar a cenoura ralada e refogar. Adicionar o bacalhau, um pouco do leite e deixar refogar. Dissolver a farinha com fermento no restante do leite. Em fogo brando, juntar a mistura de leite com farinha ao bacalhau. Cozinhar até obter um creme bem homogêneo. Espalhar em um refratário, regar com o leite restante e polvilhar o queijo parmesão ralado. Levar ao forno quente (200ºC), pré-
aquecido, por cerca de 15 minutos, para gratinar. Decorar com a cenoura ralada para servir.
Rendimento: 4 porções.
Ingredientes: 1 colher (sopa) de manteiga; ½ cebola picada; 1 cenoura pequena ralada; 100 gramas de bacalhau dessalgado, cozido e desfiado; 1 xícara (chá) de leite; 10 colheres (sopa) de farinha de trigo com fermento. Para polvilhar: ¼ xícara (chá) de leite; queijo parmesão ralado. Para decorar: cenoura ralada.
Modo de fazer: em fogo médio, derreter a manteiga e dourar a cebola. Acrescentar a cenoura ralada e refogar. Adicionar o bacalhau, um pouco do leite e deixar refogar. Dissolver a farinha com fermento no restante do leite. Em fogo brando, juntar a mistura de leite com farinha ao bacalhau. Cozinhar até obter um creme bem homogêneo. Espalhar em um refratário, regar com o leite restante e polvilhar o queijo parmesão ralado. Levar ao forno quente (200ºC), pré-
aquecido, por cerca de 15 minutos, para gratinar. Decorar com a cenoura ralada para servir.
Rendimento: 4 porções.
CÓDIGO FLORESTAL: AVANÇOS E AMBIGUIDADES.
Cabe ao Congresso Nacional bater o martelo numa questão complexa e que pode fazer a diferença no futuro do país. O projeto de lei que muda o Código Florestal, cujo relator é o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), ainda não foi suficientemente trabalhado em seu todo. O próprio alinhamento de forças retrata a ambiguidade da questão. De um lado situam-se os ecologistas e entidades como Fetraf-Sul e Movimento dos Atingidos por Barragens; de outro, juntos, pequenos produtores ligados à Contag e o agronegócio.
No fundo, trata-se de um embate entre as mais representativas entidades da agropecuária e a ecologia - esta, com apoio de movimentos mais à esquerda no mapa ideológico do campo. Mas não se pode ignorar outra indagação: até onde é possível o desenvolvimento sustentado?
A floresta brasileira vem sendo dizimada. A Mata Atlântica, que já cobriu 350.000 quilômetros quadrados, vê-se reduzida a menos de 10% de seu tamanho original. Nos últimos anos, a Floresta Amazônica perdeu mais de 300 mil quilômetros quadrados. Ainda existem cerca de três mil empresas cortando árvores na região. De resto, o tradicional machado e a motosserra marcaram sua presença em toda a parte, não respeitando nem as nascentes dos rios.
De dimensões continentais, o Brasil tem áreas e biomas totalmente diferentes e isto precisa ser levado em conta numa proposta de legislação florestal. É preciso avaliar e respeitar a realidade de cada região. Uns esperam a anistia dos crimes ambientais cometidos antes de 2008. Os outros - em especial agricultores gaúchos e catarinenses - esperam poder continuar trabalhando e compondo a mesa dos brasileiros. No centro deste cenário, a floresta pede licença para sobreviver. Por fim, o risco da promulgação de um código que não poderá ser cumprido pelas partes afetadas.
No fundo, trata-se de um embate entre as mais representativas entidades da agropecuária e a ecologia - esta, com apoio de movimentos mais à esquerda no mapa ideológico do campo. Mas não se pode ignorar outra indagação: até onde é possível o desenvolvimento sustentado?
A floresta brasileira vem sendo dizimada. A Mata Atlântica, que já cobriu 350.000 quilômetros quadrados, vê-se reduzida a menos de 10% de seu tamanho original. Nos últimos anos, a Floresta Amazônica perdeu mais de 300 mil quilômetros quadrados. Ainda existem cerca de três mil empresas cortando árvores na região. De resto, o tradicional machado e a motosserra marcaram sua presença em toda a parte, não respeitando nem as nascentes dos rios.
De dimensões continentais, o Brasil tem áreas e biomas totalmente diferentes e isto precisa ser levado em conta numa proposta de legislação florestal. É preciso avaliar e respeitar a realidade de cada região. Uns esperam a anistia dos crimes ambientais cometidos antes de 2008. Os outros - em especial agricultores gaúchos e catarinenses - esperam poder continuar trabalhando e compondo a mesa dos brasileiros. No centro deste cenário, a floresta pede licença para sobreviver. Por fim, o risco da promulgação de um código que não poderá ser cumprido pelas partes afetadas.
TIJOLO A TIJOLO
Quantas vezes, ao fazer uma retrospectiva (e nem precisamos olhar muito para trás), vemos que as coisas não saíram exatamente como planejado, do jeito que almejamos.
Isso é muito comum. Comum, porque geralmente não calculamos variáveis externas, e muitas vezes não tomamos as medidas corretas, dia após dia, para alcançarmos esse objetivo.
Esse é um grande mal enraizado na vida de muitos. Muitos sonham, vislumbram, acreditam e até enxergam lindas conquistas, sem se dar conta que a construção do futuro se dá com um bom alicerce no presente e com tijolo a tijolo, colocados a cada dia.
Isso é muito comum. Comum, porque geralmente não calculamos variáveis externas, e muitas vezes não tomamos as medidas corretas, dia após dia, para alcançarmos esse objetivo.
Esse é um grande mal enraizado na vida de muitos. Muitos sonham, vislumbram, acreditam e até enxergam lindas conquistas, sem se dar conta que a construção do futuro se dá com um bom alicerce no presente e com tijolo a tijolo, colocados a cada dia.
COMIDA PARA 9 BILHÕES
Enquanto a carestia dos alimentos é prioridade na agenda das reuniões anuais de primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, alguns analistas já se perguntam como faremos em 2050 para dar de comer a uma população mundial de 8,9 bilhões. A maioria dessas pessoas vivendo em países em desenvolvimento.
“As pessoas pobres são as que mais sofrem e as que mais podem cair na pobreza devido à alta e à volatilidade dos preços dos alimentos”, disse, no dia 14, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. Somente desde junho, 44 milhões de pessoas já foram empurradas para a pobreza devido à carestia dos alimentos, acrescentou. “Devemos dar prioridade aos alimentos e proteger os pobres e vulneráveis, que gastam a maior parte de seu dinheiro em alimentos”, enfatizou Zoellick.
“As pessoas pobres são as que mais sofrem e as que mais podem cair na pobreza devido à alta e à volatilidade dos preços dos alimentos”, disse, no dia 14, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. Somente desde junho, 44 milhões de pessoas já foram empurradas para a pobreza devido à carestia dos alimentos, acrescentou. “Devemos dar prioridade aos alimentos e proteger os pobres e vulneráveis, que gastam a maior parte de seu dinheiro em alimentos”, enfatizou Zoellick.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
CÓDIGO FLORESTAL: AGRICULTURA FAMILIAR FORTE E DEFESA DO MEIO AMBIENTE
A bancada do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa apresenta à sociedade gaúcha a sua posição e suas propostas para o projeto do novo Código Florestal Brasileiro. É verdade que o atual marco ambiental precisa ser modernizado, mas piorar a lei não vale. A iniciativa apresentada pelo deputado Aldo Rebello (Pc do B) representa um retrocesso histórico. O maior problema é que desconsidera a agricultura familiar. O material elaborado pela bancada deixa claras as diferenças entre o substitutivo do relator e a mudança que o partido defende.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, realiza conferência em Porto Alegre na próxima terça-feira (19) sobre a política ambiental do Governo Federal e o Código Florestal. O evento, que inaugura o programa Destinos e Ações para o Rio Grande, parceria da Assembleia Legilativa e da Câmara Federal, inicia às 9h30 no Teatro Dante Barone (Praça Marechal Deodoro, 101 - Porto Alegre).
sexta-feira, 15 de abril de 2011
QUANDO O BRASIL INTEIRO CONTRATA, JOHN DEERE DEMITE 230 FUNCIONÁRIOS
A John Deere está divulgando nota à imprensa, referente as demissões confirmadas nesta sexta feira dia 15. Conforme a nota em razão da necessidade de ajustar a força de trabalho aos ciclos de produção do mercado, a John Deere comunica a difícil decisão de realizar o desligamento de 230 colaboradores de sua linha de produção na fábrica de Horizontina. A John Deere empenhou-se em manter o número de empregados, mas entende que é uma ação necessária para adequação e sustentabilidade dos negócios, cuja volatilidade foi momentaneamente acentuada pela insegurança futura do mercado argentino. Após uma série de negociações iniciadas em fevereiro, a companhia e o Sindicato dos Metalúrgicos de Horizontina construíram uma proposta que não obteve aprovação durante assembleia realizada na tarde de terça-feira (12.04.11), a fim de encontrar alternativas viáveis para as pausas de produção programadas nas linhas de plantadeiras e colheitadeiras da fábrica. Em pauta estava a proposta composta por dois itens apresentada pela John Deere aos trabalhadores, a serem avaliados conjuntamente: o Programa de Demissão Voluntária (PDV) e a Suspensão do Contrato de Trabalho, amparada pelo artigo 476 da CLT, que busca valorizar a força de trabalho dos funcionários, garantindo a manutenção de emprego.
Em não havendo o acordo, não foi possível desenvolver ações suficientes para que pudéssemos evitar a redução do quadro, diz a empresa.
Em não havendo o acordo, não foi possível desenvolver ações suficientes para que pudéssemos evitar a redução do quadro, diz a empresa.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
PROTEJA SEUS RINS, SALVE O SEU CORAÇÃO.
O que os rins têm a ver com o coração? Tudo. Os problemas cardiovasculares estão entre as complicações da doença renal crônica, e as doenças cardiovasculares, por sua vez, são causa de doença renal. Com o slogan “Proteja seus rins, salve seu coração”, a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) busca sensibilizar a sociedade para a necessidade da realização de exames simples, de sangue e urina, que podem auxiliar na detecção precoce de doença renal crônica e proteger contra as complicações cardíacas.
No Brasil, estima-se que mais de 10 milhões de brasileiros apresentam algum grau de disfunção renal, aumentando acentuadamente a chance prematura de doença cardiovascular. Cerca de 17 milhões de pessoas morrem, por ano, em todo o mundo, devido aos problemas cardiovasculares - considerada a causa mais comum de morbidade (sequelas) e mortalidade mundialmente.
No Brasil, estima-se que mais de 10 milhões de brasileiros apresentam algum grau de disfunção renal, aumentando acentuadamente a chance prematura de doença cardiovascular. Cerca de 17 milhões de pessoas morrem, por ano, em todo o mundo, devido aos problemas cardiovasculares - considerada a causa mais comum de morbidade (sequelas) e mortalidade mundialmente.
CIÊNCIA E FÉ.
São esferas independentes, autônomas e que, no entanto, encontram suas sínteses em nossas vidas. Ninguém prescinde da ciência e de sua filha dileta, a tecnologia, assim como todos têm uma dimensão de fé, ainda que restrita ao amor que une marido e mulher.
Marcelo Gleiser e eu coincidimos que a finalidade da ciência não é obter lucros (vide as indústrias farmacêuticas e bélicas), e nem a da fé impor verdades (vide o fundamentalismo) ou arrecadar fundos (Jesus é o caminho, mas o padre ou pastor cobram o pedágio...).
Ciência e fé servem para nos propiciar qualidade de vida, conhecimento da natureza e sentido transcendente à existência. Se pela fé descobrimos a origem e a finalidade do Universo e da vida e, pela ciência, como funcionam um e outro, tudo isso pouco importa se não nos conduz ao essencial: a uma civilização na qual o amor seja também uma exigência política.
Marcelo Gleiser e eu coincidimos que a finalidade da ciência não é obter lucros (vide as indústrias farmacêuticas e bélicas), e nem a da fé impor verdades (vide o fundamentalismo) ou arrecadar fundos (Jesus é o caminho, mas o padre ou pastor cobram o pedágio...).
Ciência e fé servem para nos propiciar qualidade de vida, conhecimento da natureza e sentido transcendente à existência. Se pela fé descobrimos a origem e a finalidade do Universo e da vida e, pela ciência, como funcionam um e outro, tudo isso pouco importa se não nos conduz ao essencial: a uma civilização na qual o amor seja também uma exigência política.
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