terça-feira, 5 de junho de 2012

TUDO DEPENDE DO JEITO E DO AFETO

Roberto Carlos e muitos adeptos da jovem guarda nos anos 60 chamavam os amigos de cara ou de bicho. Os novos baianos usavam a expressão tigresa ou tigre para se referirem aos amigos, misto de civilizados e selvagens. Outros chamam os amigos ou amigas de gato, gata, de cachorra e cachorrão. Tudo é visto como expressão de carinho. Isso mostra que as palavras têm sentido relativo. O que está no dicionário é uma coisa e o que está no cotidiano das pessoas é outra. Tigre ou tigresa, com z ou s, não quer dizer animal; gato e gata não quer dizer felino. Combater não adianta, até porque o sentido está com quem fala e com quem recebe, e não com os de fora. Alguém pode ser chamado de negão e adorar o apelido. Soa como respeito pela cor e pela cultura do outro. Mas um sujeito azedo que use a mesma palavra de maneira depreciativa pode acabar num tribunal.
O ideal e o correto é jamais apelidar alguém com nomes depreciativos. Dias atrás, vi alguns jovens tratando-se aos risos por anta, hiena, gambá. Ninguém se ofendia. Talvez queiram dizer por dizer, porque puxa assunto e provoca riso. Não há como fugir aos apelidos, sobretudo entre amigos e jovens, mas se depender de nós apelidemos para elevar e não para diminuir. Conheço uma menina estudiosa e apaixonada por livros que, de vez em quando, é descrita como portadora de DNA de traça. Ela não se ofende. Os amigos admiram. O apelido já levou muitos jovens ao gosto pela leitura.
Tigre, leoa, gato, traça, beast, animal… Tudo depende do jeito e do afeto…

BRASIL USA 1/5 DOS AGROTÓXICOS DO MUNDO


O Brasil consome 19% de todos os venenos agrícolas produzidos no mundo. Informação partiu do diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Álvares da Silva. Com esse índice, o Brasil superou os Estados Unidos, historicamente o maior usuário, que hoje aplica 17% da produção global. Os demais países respondem pelos 64% restantes.
O diretor da Anvisa lembrou de pesquisa, divulgada há dois meses, que constatou: entre 2000 e 2010, o uso de agrotóxicos cresceu 93% no mundo e aqui, 190%. Silva, que esteve na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da Câmara dos Deputados, afirmou que existem hoje no país 130 empresas produtoras de venenos agrícolas, que fabricam 2.400 tipos diferentes de produtos. Em 2010, foram vendidas 936 mil toneladas de agrotóxicos, negócio que movimenta US$ 7,3 bilhões. Em 2011, teria atingido US$ 8,5 bilhões.
O diretor de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Guilherme Franco Netto, declarou à mesma Comissão que, em 2011, foram registrados mais de 8 mil casos de intoxicação por agrotóxicos no Brasil. Segundo ele, essas notificações não expressam o número real, que é bem maior. De acordo com ele, dois grupos populacionais estão mais expostos à contaminação por agrotóxicos: adultos jovens (20 a 49 anos) e crianças, intoxicadas por exposição acidental ao produto. No campo, as mulheres são mais afetadas que os homens.

TRABALHO ESCRAVO


Proposta aprovada
Depois de dez anos de tramitação na Casa, a Câmara dos Deputados aprovou, na terça 22, em segundo turno, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Trabalho Escravo. A aprovação, porém, não acaba com a polêmica em torno do tema. Pelo contrário. Se de um lado agricultores e entidades ligadas a direitos humanos vibraram com o resultado, por outro, os ruralistas não gostaram nada e prometem reação, principalmente no Senado, para onde foi o projeto.
O ponto de discórdia está no texto aprovado, que estabelece que as propriedades rurais e urbanas onde forem encontradas culturas ilegais de plantas psicotrópicas ou a exploração de trabalho escravo serão expropriadas e destinadas à reforma agrária e a programas de habitação popular, sem qualquer indenização ao proprietário e sem prejuízo de outras sanções previstas em lei. A PEC também estabelece que todo e qualquer bem de valor econômico apreendido em decorrência do tráfico de entorpecentes e drogas afins e da exploração de trabalho escravo será confiscado e reverterá a um fundo especial com destinação específica.
Antes que uma expropriação seja feita, a empresa ou o proprietário poderá recorrer contra a decisão da auditoria em dois caminhos: administrativo e criminal.
Bancada ruralista anuncia pressão
Deputados da bancada ruralista divulgaram vídeo em que dizem que o combate ao trabalho escravo deve ser feito, mas sem legislação que permita o confisco de terras. Segundo eles, a tipificação da irregularidade (contida no Artigo 149 do Código Penal) é subjetiva e deixa a decisão ao “arbítrio do fiscal do trabalho”, o que geraria insegurança jurídica. Em função disso, o grupo queria que fosse alterado o Código Penal, com o que o governo não concordou.

O Código Penal define como trabalho escravo “reduzir alguém à condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto”.
Dados do Ministério do Trabalho indicam que entre 1995 e março de 2012, foram resgatados no Brasil mais de 42 mil trabalhadores em situação degradante e aplicados cerca de R$ 5 milhões em multas aos infratores.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

PARA UM PROFUNDA REFLEXÃO: 5 DE JUNHO - DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

O próximo 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, mostra-se mais propício do que nunca para uma profunda reflexão. Em primeiro plano, como tema especial sugerido, está a relação entre o ser humano e a natureza, hoje em perigoso desequilíbrio.
Não faltam razões para preocupação. A começar pelo novo recorde de emissões de dióxido de carbono, principal gás causador do efeito estufa, constatado em 2011 e divulgado pela Agência Internacional de Energia (AIE) na semana passada.
Os vetos determinados pela presidente Dilma Rousseff devolvem ao Código Florestal um pouco mais de harmonia e bom senso entre o homem e os recursos naturais. Falou mais alto a voz popular, uníssona em apelos que ecoaram no Palácio do Planalto. Mas nada está garantido, porque a poderosa bancada ruralista pode muito bem derrubar os 12 vetos e 32 alterações - ou pelo menos alguns deles.
Um outro item merece análise crítica. O Brasil mantém, há três anos, a liderança do ranking de consumo mundial de agrotóxicos. Estudos elaborados por entidades conceituadas apontam efeitos negativos do uso em larga escala de fungicidas, herbicidas e inseticidas. O mais grave: um terço dos alimentos consumidos cotidianamente está contaminado, o que afeta a saúde do brasileiro, inclusive de recém-nascidos, atingidos pelo leite materno.
O Brasil vem se destacando no cenário agrícola mundial com sucessivas quebras de recordes de safras. Mas a que preço? Não é possível produzir em grande quantidade com qualidade? Alimento bom é alimento saudável. Esta deve ser a meta perseguida. Em respeito ao ser humano e ao meio ambiente - lembrando sempre que entre esses dois só um pode sobreviver sem o outro.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

O MEU AMOR


O amor da minha vida é aquela pessoa que me entende no olhar e pelo jeito que estou e falo sabe se estou bem ou não.
O amor da minha vida dá um beijo no meu rosto e fica do meu lado sem dizer nada quando estou triste e só de ficar ao meu lado já me ajuda. O amor da minha vida é aquela pessoa que logo vem a minha mente quando quero dividir uma notícia boa, uma fofoca ou só falar de uma cena que vi no filme.
O amor da minha vida é a pessoa que dou um sorriso só ao ver ou ouvir sua voz, é a que torce para o meu time mesmo odiando futebol e que vem à minha mente quando ouço uma música romântica. O amor da minha vida é aquela pessoa que vira amiga dos meus amigos e quando pessoa que não gosto passa me ajuda a falar mal.
A pessoa que amo tem o melhor beijo do mundo mesmo que tenha comido cebola, é a que acorda linda mesmo despenteada e com cara amassada, brinca com meu cachorro, vira mãe do meu filho, me faz amor como ninguém faz sabendo tudo que eu gosto sem nem me perguntar.
É a pessoa que um dia quero casar, que eu ajude num sítio já velhinhos a fazer a macarronada de domingo para a família e a gente sente e rindo conte para eles a mesma história durante anos de como nos conhecemos e se divirta - mesmo com todos de saco cheio de ouvir essas mesmas histórias inesquecíveis.
O amor da minha vida é a pessoa que terá Alzheimer junto comigo. Mas mesmo já muito velhinhos nunca esqueceremos o nome um do outro, botaremos nossas dentaduras no mesmo copo, darei um beijo em sua testa, direi "boa noite minha velha" e quando ela acordar perceberá que morri. Em seus braços.
Quando eu chegar ao céu agradecerei a Deus por ter tido a ela como amor da minha vida e pedirei quando reencarnar que ela seja de novo
Porque o amor da minha vida acaba nunca. Nem com a morte.
Enfim, o amor é isso que eu disse acima. Não é sólido, líquido nem gasoso, não dá para se pegar, tocar, enxergar, é um sentimento que nasce dentro de nossos corações e conosco vive até o fim.
Todo mundo ama ou já amou, mesmo os piores bandidos ou os mais castos. O amor não tem fronteiras, nem faz distinção.
Amor, e o que é o sofrer, para mim que estou...
...jurado pra morrer de amor.

O QUE PENSO DO EPISÓDIO: GILMAR MENDES,CACHOEIRA & CIA


O que chama a atenção no atual episódio do encontro no escritório do ex-ministro Jobim é o emaranhado de versões repercutidas na imprensa com o propósito simples e cristalino de desviar o foco das investigações da Polícia Federal e, sobretudo, das sessões da CPMI Cachoeira/Veja/Demóstenes no Congresso Nacional.
A “defesa” do senador Demóstenes na Comissão de Ética do Senado e as novas acusações do ministro Gilmar Mendes ao ex-presidente Lula, bem como o silêncio do contraventor Carlos Cachoeira na CPMI, formam um painel expressivo de como a bandidagem insiste em tentar melar a CPMI e livrar a própria cara e de outros meliantes envolvidos, em particular em órgãos de imprensa comprometidos com toda essa semvergonhice.
Um escárnio com o Brasil que tenta trabalhar, vencer enormes desafios nas áreas da educação, da saúde, de saneamento básico. De um Brasil que tenta passar seu passado ditatorial a limpo, que tenta acabar com os juros escorchantes cobrados pelos bancos privados. De um Brasil que quer incentivar e aumentar o seu parque industrial, consolidar seu mercado interno, desenvolver regiões como o nordeste e tirar milhões da pobreza.

Há quem diga que não existe crise nenhuma e que o Brasil real não está dando bola para essas diatribes de Gilmar Mendes & Cia. Será? É sempre recomendável que em política nenhum de nós se comporte como os avestruzes que enfiam a cabeça no buraco. Crises políticas e institucionais podem surgir em 24 horas a pretexto deste ou daquele acontecimento.
Senão vejamos: militares da reserva e alguns da ativa, segundo se depreende por manifestos aqui e ali, estão receosos ou mesmo contra a instalação e os trabalhos da Comissão da Verdade; fazendeiros e usineiros estão descontentes com os vetos da presidenta ao Código Florestal; os bancos privados ainda não engoliram a baixa dos juros e não vão abrir mão assim sem mais nem menos de seus escorchantes lucros; os conglomerados mediáticos andam assustados com medidas ou leis que possam vir a regular a atuação do setor com a criação de uma nova Lei de Meios. Tudo isso a um só tempo.
Juntos, esses setores, mesmo que com alguns conflitos de interesses entre eles aqui e ali, sempre estiveram nas trincheiras do obscurantismo, do conservadorismo, apenas em defesa de seus negócios e contra os direitos dos trabalhadores que constituem a maioria da população brasileira. Não há que superestimá-los, concordo, mas também não se deve subestimá-los.
Quando um país que inicia sua caminhada para a maioridade tem na sua mais alta corte de justiça um togado cuja atuação e o linguajar lembram mais nossas jagunçadas interioranas, torna-se necessário que botemos as barbas de molho. Ninguém é bandido até prova em contrário… E muito menos santo.



PARA QUE SERVE ESCALAR O MONTE EVEREST?


"A primeira pergunta que você vai me fazer e que eu devo tentar responder é: ‘Para que serve escalar o Monte Everest?’ E minha resposta será imediata: ‘Não serve para nada’. Não há a mais ínfima perspectiva de qualquer tipo de lucro. Certo, nós podemos aprender um pouco sobre como o corpo humano se comporta em grandes altitudes, e possivelmente alguns médicos podem fazer com que nossas observações sejam úteis para efeitos de aeronáutica ou algo assim. Mas, afora isso, nada mais de útil virá daí. Não traremos conosco nenhuma partícula de ouro ou prata, nenhuma pedra preciosa, nem mesmo um pouco de carvão ou ferro. Não encontraremos nem mesmo um pedaço de terra onde possamos plantar e gerar comida. Não serve para nada, portanto. Então, se você não conseguir entender que há algo no homem que responde ao desafio da montanha e vai ao encontro desse desafio, que a luta é a luta da própria vida, para cima e sempre para cima, você não conseguirá entender o que nos faz subir. O que nós tiramos dessa aventura é apenas pura alegria. E alegria é, no fim das contas, o objetivo da vida. Nós não vivemos para comer e ganhar dinheiro. Nós comemos e ganhamos dinheiro para que possamos aproveitar a vida. É isso que a vida significa e é para isso que ela serve”.
George Leigh Mallory, 1922. Um dos primeiros homens a tentar alcançar o topo do Everest. Ele participou das três primeiras expedições que buscaram alcançar o ponto mais alto do mundo. Na terceira tentativa, em 1924, ele e seu parceiro Andrew Irvine desapareceram na neve; na última vez que foram vistos, estavam a poucas centenas de metros do topo. Nunca se soube se eles chegaram de fato ao cume do Everest ou não. Seu corpo foi encontrado em 1999, mais de 75 anos depois de seu desaparecimento, sem trazer consigo provas conclusivas de que tenha atingido seu objetivo. Quatro anos antes, porém, a história tinha fechado o ciclo: em 1995, George Mallory II, neto do montanhista original, alcançou o topo do Everest

RACISMO...QUANDO SERÁ QUE ISSO VAI ACABAR?


Grupos de direita e fundamentalistas judaicos de Israel realizaram, na última quarta-feira (23), um protesto que se transformou em violência contra imigrantes africanos no país. Centenas de israelenses foram até o bairro pobre de Hatikva, na capital Tel Aviv, e realizaram a manifestação, que incluiu saques e apedrejamento de carros dos africanos. A mídia internacional taxou o protesto de racista e xenófobo.
Os imigrantes, a maioria do Sudão e da Eritreia, entram em Israel pela fronteira do deserto do Sinai egípcio. Dados oficiais apontam que cerca de 60 mil africanos vivem ilegalmente no país. O governo israelense acelerou a construção de um muro de 250 quilômetros que separa Israel do Egito.
A polícia prendeu 20 manifestantes e nenhum imigrante ficou ferido no ataque. Também participou do ato o deputado Miri Regev, do partido de direita Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Ele comparou os imigrantes ilegais com "um câncer que se prolifera".
O líder do partido religioso Shass e ministro do Interior, Elie Yishai, declarou que os africanos ilegais devem ser presos e deportados para “proteger o caráter judaico do Estado de Israel".
O prefeito de Tel Aviv, Ron Huldai, de um partido de esquerda, defende que sejam criadas condições de trabalho aos imigrantes ilegais.

XUXA DEVERIA DAR UM NOVO DEPOIMENTO.


O depoimento de Xuxa Meneghel ao Fantástico não perde interesse, mais de uma semana depois de sua transmissão, o que é indicador seguro, senão de sua relevância, do impacto que provocou. Vai se formando maioria sobre a importância de uma grande celebridade revelar, em público, que sofreu abusos sexuais na infância. Entende-se que isso chama atenção para um problema gravíssimo e favorece seu enfrentamento, o que é confirmado pela explosão de denúncias em todo o país, desde o domingo retrasado.
Muita gente, entretanto, segue condenando Xuxa por praticar quase o mesmo crime de que foi vítima. Acusam-na de fomentar a sexualização precoce e a compulsão consumista de milhões de crianças, ao longo dos 30 anos em que está no ar. E recusam-se a reconhecer a sinceridade do depoimento ao Fantástico, porque a apresentadora falou de quase tudo, mas não desse aspecto sabidamente controverso de sua carreira.

Mas não seria importante que Xuxa admitisse a responsabilidade da TV e dela mesma na sexualização precoce, e pusesse o tema em debate? Sim, claro. Ajudaria tanto quanto combater a pedofilia, meta pela qual se bate. Só que isso dificilmente aconteceria em entrevista na televisão comercial, sobretudo no canal em que ela estivesse empregada. Não é mídia disposta à reflexão e sim à diversão. No máximo, a alguma – e controlada – informação. Autocrítica não está incluída.
A improvável análise da Xuxa sobre TV e sexualidade infantil só poderia ocorrer em outro foro, outra mídia. Mas esperemos que venha. Tomara que a repercussão da entrevista e a atualização da crítica de predação infantil, a única de fato pertinente que se pode levantar contra a apresentadora, façam-na refletir e permitam também este seu outro depoimento, em alguma oportunidade. Ele ajudará milhões de adultos, ontem crianças “abusadas” pela TV, a entenderem melhor a si mesmos e ao mundo complexo em que vivem.

QUE TIPO DE VEREADOR VOCÊ QUER?


A palavra “vereador” originou-se do verbo “verear”. “Verear” significa zelar pelo bem público... Então , é possível afirmar que o vereador é quem tem a incumbência de zelar pelo bem-estar  dos munícipes.
Para concorrer a este cargo, a pessoa deve preencher os critérios estabelecidos em Lei. É importante saber que as exigências para concorrer, abrem espaço para pessoas sem conhecimento específico atuarem como vereadores. Discerne-se de determinados cargos em instituições públicas ou privadas, pois nelas o candidato precisa atender a uma infinidade de pré requisitos.  Daí, uma das principais causas que motiva tantos indivíduos a se candidatarem.   
Conhecer as legislações municipais, estaduais e federais é um dos domínios necessários a um vereador que pretende desempenhar um trabalho com qualidade. Quaisquer áreas de atuação , há necessidade de conhecimento teórico. No serviço público, não pode ser diferente. É preciso ser imparcial e ético. Muitas vezes, é preciso emitir pareceres que devem ser norteados por princípios legais e não “achismos” ou “conveniências”
A elaboração de normas legais através de projeto de leis é uma das funções de um vereador. É necessário que quem as cria tenha como critério beneficiar a população. Além disso, deve respeitar vários princípios legais e estar em concordância com a administração pública.
Atualmente, sabe-se que, em muitos municípios, são elaborados projetos de leis para trocar nomes de ruas e homenagens a pessoas que se destacaram na cidade. Obviamente, o homenageado e sua família aprovam... Mas, façamos a seguinte reflexão: de fato, um projeto de lei assim, beneficia a população? Talvez a própria população desconheça que é o dinheiro do contribuinte que paga os salários dos vereadores. Por isso, elaborar um projeto de lei que atenda às necessidades dos munícipes é obrigação dos que foram eleitos.
Muitos projetos encaminhados à Câmara de Vereadores para apreciação são elaborados pelo poder executivo. Os vereadores precisam estar atentos .Para a população, é necessário que os vereadores criem projetos de leis, pois comumente estes buscam a origem da problemática a ser resolvida. A proximidade com os munícipes é maior o que proporciona o conhecimento das carências destes.
Vereadores não executam leis, mas tem como uma das atribuições exigir do poder executivo o cumprimento das mesmas. Vereadores não deveriam ser eleitos para fazer favores, e sim buscar a efetivação dos direitos das pessoas.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

COMO DEVEMOS DECIDIR...


Estamos envolvidos em constantes e contínuas decisões: desde definir pelo que tomar no café da manhã, que roupa vestir, em que curso ingressar, até decidirmos que carreira seguir, que casa comprar, que estrutura familiar ter...
 Sim, sempre estaremos diante de decisões: de maior ou menor importância, mas serão sempre decisões.
O que levar em conta ao tomá-las? Como tomar decisões sábias que promovam resultados positivos? Muitos já decorreram sobre o assunto ao longo dos séculos, mas a síntese é:
Nunca olhe apenas para o resultado imediato. Sempre veja a médio e longo prazo. Isso vale para tudo: até tomar o café da manhã citado acima. Afinal, se você deixar de tomar um bom café da manhã, com os carboidratos, proteínas, fibras e outras vitaminas necessárias, estará prejudicando o teu organismo, uma vez que se é comprovada a importância de tal refeição. Ou ainda, se exagerar nele poderá colher frutos indesejados, seja uma taxa de colesterol elevada, seja um índice de gordura acima do saudável.
Nunca olhe a última foto, olhe o filme. Antes de decidir se vai permanecer, se vai mudar, se deve dar uma nova chance, se precisa esquecer de vez, se deve abraçar uma oportunidade, enfim, nunca se atente aos últimos momentos, nem somente aos bons momentos do presente ou passado. Veja o todo. Seja coerente com as evidências. Coloque os prós e contras no papel com imparcialidade, sem tendências.