terça-feira, 1 de março de 2011
E O PIOR: EU SOU UM DELES!
A obesidade atinge um em cada dez adultos no mundo, o dobro do índice registrado em 1980, segundo uma série de estudos publicados na última edição da revista médica “The Lancet”. O problema afeta, hoje, 500 milhões de adultos, a maioria mulheres. No Brasil, metade da população está acima do peso, sendo que 3,5 milhões são obesos mórbidos. O país já ocupa a 19ª posição no ranking mundial da obesidade masculina e a 15ª na feminina.
O UNIVERSO É COISA SÉRIA.
No seu giro, por doze horas o planeta se expõe à luz. Por doze horas ele esfria e, por um período, curva-se no lado norte para receber mais luz do sol. Leva 365 dias para dar a volta em torno da estrela da qual depende e 24 horas para dar a volta em torno de si mesma.
Acaso alguém planejou esses movimentos? Pelo que se vê e se sabe, outros corpos celestes não têm tais rotações. Será que alguém queria este calor bem distribuído para que houvesse condições de vida? Ou foi acaso? E os frutos para alimentar? Foi acaso? Água regar a vida. Acaso? Quem fez isso pensou nos animais e nos seres humanos, ou foi tudo fruto do acaso?
Pelo que sabemos, nenhum dos outros planetas da estrela sol reúne essas condições. Eu que creio afirmo que alguém que não é um ser qualquer nos queria por aqui. Chamo-o de Deus. Tenho amigos com sérias dúvidas. Eles ainda apostam que Deus não existe. Dizem que um dia a humanidade saberá. Eu digo que já sabemos, mas a falta de outras respostas ainda nos machuca. A verdade é que respostas fáceis e apressadas machucam e respostas difíceis de conseguir também doem. O jeito é crer ou duvidar com seriedade. Não se brinca nem de crente nem de ateu. O universo é coisa séria!
Acaso alguém planejou esses movimentos? Pelo que se vê e se sabe, outros corpos celestes não têm tais rotações. Será que alguém queria este calor bem distribuído para que houvesse condições de vida? Ou foi acaso? E os frutos para alimentar? Foi acaso? Água regar a vida. Acaso? Quem fez isso pensou nos animais e nos seres humanos, ou foi tudo fruto do acaso?
Pelo que sabemos, nenhum dos outros planetas da estrela sol reúne essas condições. Eu que creio afirmo que alguém que não é um ser qualquer nos queria por aqui. Chamo-o de Deus. Tenho amigos com sérias dúvidas. Eles ainda apostam que Deus não existe. Dizem que um dia a humanidade saberá. Eu digo que já sabemos, mas a falta de outras respostas ainda nos machuca. A verdade é que respostas fáceis e apressadas machucam e respostas difíceis de conseguir também doem. O jeito é crer ou duvidar com seriedade. Não se brinca nem de crente nem de ateu. O universo é coisa séria!
O OCIDENTE NÃO TEM PRINCÍPIOS, APENAS INTERESSE.
Os países ricos do Ocidente, cuja democracia se baseia no poder do dinheiro, não têm princípios, apenas interesses. Acusam Cuba de ser uma ditadura que não respeita os direitos humanos por não admitirem o caráter socialista daquela Revolução que, há mais de 50 anos, resiste às agressões do maior império econômico e bélico da história da humanidade.
No entanto, tecem loas à China. Fazem vista grossa ao regime escravocrata de mão de obra barata, onde se fabrica tudo aquilo que, no Ocidente, exigiria pagar salários mais altos, reduzindo a margem de lucro das empresas ocidentais. Inúmeros produtos em oferta em nossas lojas, embora grifadas por marcas originárias do Ocidente, são “made in China”.
Para governos como o dos EUA, do Reino Unido, da França e da Alemanha, o fato de um ditador como Hosni Mubarak ocupar, por 30 anos, o poder no Egito, não tem a menor importância. Desde que sirva a seus interesses geopolíticos numa região explosiva.
De olho no petróleo, os governos ocidentais sempre respaldaram os governos tirânicos do mundo árabe. Negócios, negócios, princípios à parte. Qual potência europeia rompeu com uma das tantas ditaduras militares que assolaram a América Latina nas décadas de 1960 e 1970?
O Ocidente nunca se incomodou com a ausência de eleições periódicas nos países árabes, a opressão da mulher, a perseguição aos homossexuais, o luxo nababesco dos governantes frente à miséria da grande maioria da população. Quantos ditadores africanos engordam os cofres dos bancos europeus?
No entanto, tecem loas à China. Fazem vista grossa ao regime escravocrata de mão de obra barata, onde se fabrica tudo aquilo que, no Ocidente, exigiria pagar salários mais altos, reduzindo a margem de lucro das empresas ocidentais. Inúmeros produtos em oferta em nossas lojas, embora grifadas por marcas originárias do Ocidente, são “made in China”.
Para governos como o dos EUA, do Reino Unido, da França e da Alemanha, o fato de um ditador como Hosni Mubarak ocupar, por 30 anos, o poder no Egito, não tem a menor importância. Desde que sirva a seus interesses geopolíticos numa região explosiva.
De olho no petróleo, os governos ocidentais sempre respaldaram os governos tirânicos do mundo árabe. Negócios, negócios, princípios à parte. Qual potência europeia rompeu com uma das tantas ditaduras militares que assolaram a América Latina nas décadas de 1960 e 1970?
O Ocidente nunca se incomodou com a ausência de eleições periódicas nos países árabes, a opressão da mulher, a perseguição aos homossexuais, o luxo nababesco dos governantes frente à miséria da grande maioria da população. Quantos ditadores africanos engordam os cofres dos bancos europeus?
INTERPRETANDO UM SONHO
Narra a Bíblia que o profeta Daniel (2, 31-36) foi convocado para interpretar um sonho que tanto inquietava o rei Nabucodonosor, da Babilônia: “Era uma grande estátua, alta e muito brilhante. Ela estava bem à frente de Vossa Majestade e tinha aparência impressionante. A cabeça era de ouro maciço; o peito e os braços eram de prata; a barriga e as coxas, de bronze; as canelas de ferro e os pés, parte de ferro e parte de barro. Vossa Majestade contemplava a estátua quando, sem ninguém jogar, caiu uma pedra que bateu exatamente nos pés de barro e ferro da estátua, quebrando-os. Em segundos, tudo desmoronou. Ferro, barro, bronze, prata e ouro ficaram como palha no terreiro em final de colheita, palha que o vento carrega sem deixar sinal. Depois, a pedra que tinha atingido a estátua se transformou numa enorme montanha que cobriu o mundo inteiro.”
A pedra, no caso do mundo árabe, é a ânsia popular de democracia entendida como justiça social e paz. O que pensa um iraquiano vendo seu país há anos dominado por tropas ocidentais que tratam os habitantes como escória da humanidade? O que pensa um afegão vendo aviões ocidentais bombardearem aldeias, matando crianças, mulheres, idosos, sob a desculpa de se tratar de um refúgio talibã?
A pedra é a cultura religiosa, muçulmana, que grassa naqueles países, e que nada tem a ver com o suposto cristianismo do Ocidente. Em nome de Deus e de Jesus, o Ocidente subjugou, durante séculos, a África, a Ásia e a América Latina. Escravizou habitantes, extorquiu riquezas, transferiu para a Europa preciosidades arqueológicas, como a Pedra de Roseta – hoje no Museu Britânico -, fragmento de uma estela de granodiorito do Egito antigo, cujo texto foi crucial para a compreensão moderna dos hieróglifos egípcios. Sua inscrição registra um decreto promulgado em 196 a.C., na cidade de Mênfis, em nome do rei Ptolomeu V.
O pensamento islâmico não distingue a fronteira entre religião e política. Esta deve ser monitorada por aquela. E a autoridade religiosa é encarada, como ocorria no Ocidente medieval, detentora do poder político.
Para tal conjuntura, o Ocidente só conhece uma resposta: armas, guerras, ocupações, subornos e ditaduras. Porque é incapaz de empreender o diálogo inter-religioso, de reconhecer o direito daqueles povos à autodeterminação, de pautar-se por princípios e não pela voracidade obsessiva do mercado por lucro. Se o fundamentalismo islâmico incute em jovens a mística do martírio, introduzindo uma forma de terrorismo incontrolável, o fundamentalismo do mercado incute nos ocidentais a convicção de que igrejas e mesquitas devem ceder lugar aos shopping centers, templos de consumismo e miniaturização do paraíso na Terra.
Eis a pergunta que foi repetida em Dakar, no Fórum Social Mundial, e exige resposta urgente: Um outro mundo é possível?
A pedra, no caso do mundo árabe, é a ânsia popular de democracia entendida como justiça social e paz. O que pensa um iraquiano vendo seu país há anos dominado por tropas ocidentais que tratam os habitantes como escória da humanidade? O que pensa um afegão vendo aviões ocidentais bombardearem aldeias, matando crianças, mulheres, idosos, sob a desculpa de se tratar de um refúgio talibã?
A pedra é a cultura religiosa, muçulmana, que grassa naqueles países, e que nada tem a ver com o suposto cristianismo do Ocidente. Em nome de Deus e de Jesus, o Ocidente subjugou, durante séculos, a África, a Ásia e a América Latina. Escravizou habitantes, extorquiu riquezas, transferiu para a Europa preciosidades arqueológicas, como a Pedra de Roseta – hoje no Museu Britânico -, fragmento de uma estela de granodiorito do Egito antigo, cujo texto foi crucial para a compreensão moderna dos hieróglifos egípcios. Sua inscrição registra um decreto promulgado em 196 a.C., na cidade de Mênfis, em nome do rei Ptolomeu V.
O pensamento islâmico não distingue a fronteira entre religião e política. Esta deve ser monitorada por aquela. E a autoridade religiosa é encarada, como ocorria no Ocidente medieval, detentora do poder político.
Para tal conjuntura, o Ocidente só conhece uma resposta: armas, guerras, ocupações, subornos e ditaduras. Porque é incapaz de empreender o diálogo inter-religioso, de reconhecer o direito daqueles povos à autodeterminação, de pautar-se por princípios e não pela voracidade obsessiva do mercado por lucro. Se o fundamentalismo islâmico incute em jovens a mística do martírio, introduzindo uma forma de terrorismo incontrolável, o fundamentalismo do mercado incute nos ocidentais a convicção de que igrejas e mesquitas devem ceder lugar aos shopping centers, templos de consumismo e miniaturização do paraíso na Terra.
Eis a pergunta que foi repetida em Dakar, no Fórum Social Mundial, e exige resposta urgente: Um outro mundo é possível?
A RESPONSABILIDADE DEVE SER SOCIAL E AMBIENTAL
Somos irresponsáveis face à natureza quando desmatamos, jogamos bilhões de litros de agrotóxicos no solo, lançamos na atmosfera cerca de 21 bilhões de toneladas/ano de gases de efeito estufa, contaminamos as águas, destruímos a mata ciliar, não respeitamos o declive das montanhas nem observamos o curso dos rios.
Não interiorizamos os dados que biólogos e astrofísicos nos asseguram: todos possuímos o mesmo alfabeto genético de base, por isso somos todos primos e irmãos e irmãs e formamos assim a comunidade de vida. Cada ser possui valor intrínseco e por isso tem direitos. Nossa democracia não pode incluir apenas os seres humanos. Sem os outros membros da comunidade de vida, não somos nada. Eles valem como novos cidadãos que devem ser incorporados na nossa compreensão de democracia que então passa a ser uma democracia sócio-ambiental. A natureza e as coisas dão-nos sinais. Elas nos chamam atenção para os eventuais riscos que podemos evitar.
Não basta a responsabilidade social, ela deve ser sócio-ambiental. É urgente que o Parlamento vote uma lei de responsabilidade sócio-ambiental imposta a todos os gestores da coisa pública. Só assim evitaremos tragédias e mortes.
Não interiorizamos os dados que biólogos e astrofísicos nos asseguram: todos possuímos o mesmo alfabeto genético de base, por isso somos todos primos e irmãos e irmãs e formamos assim a comunidade de vida. Cada ser possui valor intrínseco e por isso tem direitos. Nossa democracia não pode incluir apenas os seres humanos. Sem os outros membros da comunidade de vida, não somos nada. Eles valem como novos cidadãos que devem ser incorporados na nossa compreensão de democracia que então passa a ser uma democracia sócio-ambiental. A natureza e as coisas dão-nos sinais. Elas nos chamam atenção para os eventuais riscos que podemos evitar.
Não basta a responsabilidade social, ela deve ser sócio-ambiental. É urgente que o Parlamento vote uma lei de responsabilidade sócio-ambiental imposta a todos os gestores da coisa pública. Só assim evitaremos tragédias e mortes.
TODA A FAMA DO MUNDO ACABA ASSIM.
Na segunda-feira 14 de fevereiro, mais de 200 jornalistas de todo o mundo reuniram-se para ouvir do jogador Ronaldo o que todos já sabiam: estava abandonado o futebol. Ou melhor: admitia que o futebol o havia abandonado. Ele explicou numa frase: perdi para meu corpo. A decadência do craque era visível: gordo, trotava em campo e as pernas não mais lhe obedeciam. Finalmente assumiu a verdade e, de alguma maneira, voltou a ser livre.
Ronaldo Luis Nazário de Lima nasceu no Rio de Janeiro em 1976, mas foi no Cruzeiro de Belo Horizonte que ele se projetou a partir de 1993. O Brasil ficou pequeno e ele jogou nos maiores clubes europeus, acumulando verdadeiras fortunas. Casou e descasou, teve filhos fora do casamento, lesionou-se com gravidade muitas vezes e sempre ressurgia. Agora, porém, pendurou definitivamente as chuteiras. Mesmo assim não ficará no desamparo. Além de suas economias, vai continuar recebendo 16 milhões de reais por ano.
Esta é a lógica da vida: tudo passa. Morre o Papa, os grandes astros são superados, passam a beleza e a força do juventude, desaparecem os impérios. Nós também passamos, marcados que somos pela finitude. Um monumento, nome de praça, algumas linhas nos livros.., nada mais. O dramaturgo inglês Shakespeare aponta o final de todas as coisas: depois, apenas o silêncio.
Ronaldo Luis Nazário de Lima nasceu no Rio de Janeiro em 1976, mas foi no Cruzeiro de Belo Horizonte que ele se projetou a partir de 1993. O Brasil ficou pequeno e ele jogou nos maiores clubes europeus, acumulando verdadeiras fortunas. Casou e descasou, teve filhos fora do casamento, lesionou-se com gravidade muitas vezes e sempre ressurgia. Agora, porém, pendurou definitivamente as chuteiras. Mesmo assim não ficará no desamparo. Além de suas economias, vai continuar recebendo 16 milhões de reais por ano.
Esta é a lógica da vida: tudo passa. Morre o Papa, os grandes astros são superados, passam a beleza e a força do juventude, desaparecem os impérios. Nós também passamos, marcados que somos pela finitude. Um monumento, nome de praça, algumas linhas nos livros.., nada mais. O dramaturgo inglês Shakespeare aponta o final de todas as coisas: depois, apenas o silêncio.
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011
Ao escolher a vida no planeta como tema para a Campanha da Fraternidade 2011, a CNBB busca o envolvimento de toda a sociedade. Em primeiro lugar, porque a ação do ser humano está na origem dos problemas ambientais; em segundo, porque só ele pode reverter o atual quadro de destruição e de decorrentes incertezas sobre o futuro da Terra.
A Terra não pode servir apenas para ser explorada por grupos que a veem exclusivamente como fonte de lucro. “Deus destinou a Terra, com tudo o que ela contém, para o uso de todos os homens e povos... os bens criados devem bastar a todos, com equidade sob a regra da justiça”.
O que se assiste, hoje, é a crescente concentração de terras. Muito para poucos, pouco ou quase nada para muitos. Pior do que isso, porém, é o desrespeito com a finitude das potencialidades da natureza. Suga-se tudo o que ela oferece em benefício de alguns privilegiados, enquanto um bilhão de pessoas passa fome. Em nome da ambição, mananciais de água são esgotados; o ar está poluído; a terra, contaminada. Que a Campanha da Fraternidade possa, pelo menos, expor aos omissos e/ou coniventes a triste e preocupante realidade: o planeta está ameaçado e sem mudanças de hábitos urgentes a vida ficará comprometida.
A Terra não pode servir apenas para ser explorada por grupos que a veem exclusivamente como fonte de lucro. “Deus destinou a Terra, com tudo o que ela contém, para o uso de todos os homens e povos... os bens criados devem bastar a todos, com equidade sob a regra da justiça”.
O que se assiste, hoje, é a crescente concentração de terras. Muito para poucos, pouco ou quase nada para muitos. Pior do que isso, porém, é o desrespeito com a finitude das potencialidades da natureza. Suga-se tudo o que ela oferece em benefício de alguns privilegiados, enquanto um bilhão de pessoas passa fome. Em nome da ambição, mananciais de água são esgotados; o ar está poluído; a terra, contaminada. Que a Campanha da Fraternidade possa, pelo menos, expor aos omissos e/ou coniventes a triste e preocupante realidade: o planeta está ameaçado e sem mudanças de hábitos urgentes a vida ficará comprometida.
NO COMEÇO TUDO ERA TREVAS
O que seria da luz se não fosse a escuridão? Tudo se inicia assim: só há luz quando há escuridão.
Todos nós passamos pela escuridão para nos chegarmos e sermos a verdadeira luz. Momentos de incredulidade, de incerteza, de medos. Experimentos não muito agradáveis e experiências entristecedoras que queremos esquecer. Assim se faz o início de nossa caminhada...
Mantenha o foco. Não te deixes desencaminhar. Olhe para o amanhecer, pois o salmista já dizia: O choro pode durar uma noite toda, mas a alegria de DEUS vem ao amanhecer!
Todos nós passamos pela escuridão para nos chegarmos e sermos a verdadeira luz. Momentos de incredulidade, de incerteza, de medos. Experimentos não muito agradáveis e experiências entristecedoras que queremos esquecer. Assim se faz o início de nossa caminhada...
Mantenha o foco. Não te deixes desencaminhar. Olhe para o amanhecer, pois o salmista já dizia: O choro pode durar uma noite toda, mas a alegria de DEUS vem ao amanhecer!
REMÉDIO E ECONOMIA, COMO SÃO PARECIDOS.
Os remédios têm em suas bulas a posologia, ou seja, as dosagens que podem ser tomadas para produzir o melhor efeito no combate ao problema de saúde. O médico, após o diagnóstico, tem que decidir qual o remédio ministrar e a posologia adequada ao tratamento.
O mesmo ocorre para a economia. Uma das doenças a ser tratada é a inflação e o remédio mais usado tem sido uma alta taxa básica de juros, a Selic. A partir do dia 06/dez um novo remédio foi usado pelo Banco Central (BC) visando conter “certos excessos do mercado de crédito”. Ele impôs uma reserva maior de dinheiro pelos bancos quando concederem empréstimos para consumidores com prazo acima de dois anos. No caso de automóveis, essa reserva varia conforme a entrada que o comprador do veículo der. Além disso, o BC elevou o recolhimento compulsório dos bancos, tirando da economia cerca de R$ 65 bilhões.
O mesmo ocorre para a economia. Uma das doenças a ser tratada é a inflação e o remédio mais usado tem sido uma alta taxa básica de juros, a Selic. A partir do dia 06/dez um novo remédio foi usado pelo Banco Central (BC) visando conter “certos excessos do mercado de crédito”. Ele impôs uma reserva maior de dinheiro pelos bancos quando concederem empréstimos para consumidores com prazo acima de dois anos. No caso de automóveis, essa reserva varia conforme a entrada que o comprador do veículo der. Além disso, o BC elevou o recolhimento compulsório dos bancos, tirando da economia cerca de R$ 65 bilhões.
A IMPORTANCIA DA SABEDORIA ANTIGA
Vivemos em um mundo ruidoso. De muitas palavras. De muito diz que diz. Somos internautas, twiteiros. Temos celulares sempre à mão e em qualquer lugar e hora. Queremos que nos leiam, nos ouçam. Porém, temos dificuldades de parar para ouvir. Quantas vezes impedimos o diálogo: na ânsia de falar não escutamos. Temos muitas desculpas para não ouvir o outro e temos muita vontade de falar. Queremos ser ouvidos, mas não queremos ouvir. Escutar, ouvir é mais difícil. Para ouvir, temos que ficar em silêncio, temos que prestar atenção, temos que esquecer de nossos pensamentos e deixar que a ideia e a voz do outro, que nos fala, entre em nós. Temos que reconhecer que o outro existe e que tem algo de novo para nos dizer. E, ouvindo de verdade o outro, podemos pensar, trocar ideias e aprender e criar novas realidades, juntos.
Se olharmos para nossa pluralidade, veremos que muitos grupos sociais, aos quais, por equívoco, chamamos de primitivos, praticavam e praticam essa forma de composição de conflitos. A conversa, a escuta, o diálogo, como forma de chegar à pacificação das demandas. A modernidade, portanto, que tanto exaltamos, exige, mais que nunca, o silêncio da escuta e o desejo sincero de ouvir o outro. Então, é sabedoria antiga a ser sempre lembrada – “o silêncio é ouro, a palavra é prata!”
Se olharmos para nossa pluralidade, veremos que muitos grupos sociais, aos quais, por equívoco, chamamos de primitivos, praticavam e praticam essa forma de composição de conflitos. A conversa, a escuta, o diálogo, como forma de chegar à pacificação das demandas. A modernidade, portanto, que tanto exaltamos, exige, mais que nunca, o silêncio da escuta e o desejo sincero de ouvir o outro. Então, é sabedoria antiga a ser sempre lembrada – “o silêncio é ouro, a palavra é prata!”
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
DUAS CURIOSIDADES DE 2011.
Primeira:
Neste ano está marcado por quatro datas com números,
no mínimo, curiosos:
1/1/11 (1º de janeiro de 2011)
11/1/11 (11 de janeiro de 2011)
1/11/11 (1º de novembro de 2011)
11/11/11 (11 de novembro de 2011)
Segunda:
É um mistério neste ano do 11 :
a) Pegue o número formado pelos dois últimos algarismos do ano em que você nasceu. (Por exemplo, 75 se você nasceu em 1975, ou 68 se você nsceu em 1968).
b) Some o seu número com o número da idade que você completou ou vai completar em 2011.
RESULTADO: Seja quem for você, seja qual for a sua idade,
o resultado será sempre 111
Neste ano está marcado por quatro datas com números,
no mínimo, curiosos:
1/1/11 (1º de janeiro de 2011)
11/1/11 (11 de janeiro de 2011)
1/11/11 (1º de novembro de 2011)
11/11/11 (11 de novembro de 2011)
Segunda:
É um mistério neste ano do 11 :
a) Pegue o número formado pelos dois últimos algarismos do ano em que você nasceu. (Por exemplo, 75 se você nasceu em 1975, ou 68 se você nsceu em 1968).
b) Some o seu número com o número da idade que você completou ou vai completar em 2011.
RESULTADO: Seja quem for você, seja qual for a sua idade,
o resultado será sempre 111
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