Em Rincão Del Rey, terceiro distrito de Rio Pardo (RS), está acontecendo a colheita do primeiro tabaco energético da América Latina. Voltada para a produção de biodiesel, a planta tem baixíssimo teor de nicotina e é rica em óleo. Ao contrário de outras variedades, quando o importante são as folhas, a do tabaco energético são aproveitados os grãos (cápsulas) ver quadro.
O objetivo é proporcionar diversificação e alternativa para o produtor de tabaco com o aproveitamento das sementes para a fabricação de óleo vegetal e, consequentemente, de biodiesel ou bioquerosene de aviação, ração animal e biomassa para geração de energia.
O tabaco energético foi desenvolvido pela empresa italiana de biotecnologia Plantechno. No fim de 2011, a variedade foi plantada em 10 hectares na propriedade de Nelson Tatsch”, que é produtor de grãos (soja, milho, canola, aveia).
Em parceria entre a M&V Participações e a Sunchem, a primeira colheita de porte para processamento industrial começou em outubro deste ano. Neste momento, está ocorrendo a segunda coleta nos mesmos pés. “Pretendo fazer a terceira colheita no início de 2013”, revela Tatsch ao CR.
Para conhecer a resistência da planta de tabaco energético, esta lavoura teste foi desenvolvida no período contrário ao recomendado para a planta do tabaco. As mudas foram transplantadas nos meses de abril e maio e resistiram às geadas nos dias 6 e 7 de junho, bem como às condições impostas pelo inverno gaúcho. “Apesar dos desafios climáticos, a planta do tabaco energético cresceu e produziu as sementes esperadas em condições adversas nas quais a planta de tabaco para fumo não sobreviveria", destaca. Ainda não existem dados conclusivos sobre a produtividade, mas há reconhecimento sobre a planta ser muito robusta.
De acordo com o coordenador do projeto, economista Sérgio Campos de Morais, a produção da nova planta pode ser intercalada com a safra convencional, já que é mais resistente. “A expectativa dos pesquisadores é que os fumicultores plantem as duas variedades”, afirma.
A produção é vista com otimismo pelo presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil, Benício Werner. O dirigente entende que, além de ampliar práticas agrícolas, o tabaco energético é uma boa alternativa para reduzir a dependência da principal matéria-prima para a fabricação do biocombustível, a soja.
A Sunchem já aplicou R$1,5 milhão no país e pretende investir mais R$ 20 milhões nos próximos 10 anos. “Nosso plano é construir a primeira indústria no Sul do Brasil - Sunchem South Brazil - com produção de 250 mil toneladas do tabaco energético ao ano”, adianta o sócio executivo da M&V, Sérgio Detoie Cardoso Martins.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
MUITO BLÁ-BLÁ-BLÁ E RESULTADO ZERO
A tentativa de obter um novo acordo na luta contra o aquecimento global avançou pouco. A Conferência do Clima, a COP-18, encerrada no sábado 8, em Doha, Qatar, repetiu resultados pífios de tantas outras. Isso depois do adiamento para aproximar os delegados de 190 países de um acordo e da fixação de metas só para países em desenvolvimento, responsáveis por 15% das emissões de gases do efeito estufa.
Alguns componentes colaboraram para este desfecho. Entre eles estão o flagrante desinteresse em acelerar decisões por parte do país anfitrião, o Qatar, maior emissor de C02 per capita do mundo; a ambição concentrada apenas no surgimento do Ato II do Protocolo de Quioto a partir de janeiro do ano que vem – com defecções previamente anunciadas; e a restrição de abrangência, tornando-a praticamente simbólica devido à retirada de países importantes econômica e politicamente.
Durante doze dias de reuniões e pouca evolução, com debates extensos e inócuos, o mundo seguiu sentindo os efeitos do descontrole da emissão de poluentes. Um dos estudos apresentados revela que, a se manter o atual ritmo de crescimento das emissões de CO2, a mais de 3% anuais, o aumento da temperatura pode superar 5ºC em 2100.
As notícias da degradação ambiental proliferaram em outras áreas. Uma delas envolve o Brasil: entre 2000 e 2011 a Amazônia perdeu 240 mil quilômetros quadrados de florestas. A área equivale ao Estado de São Paulo, ou a 85% do território do Rio Grande do Sul.
O COP-18 estendeu o Protocolo de Quioto até 2020 e sinalizou outra reunião, em 2015, na França. Adiar medidas tem sido a rotina dos encontros sobre meio ambiente. Enquanto isso, o planeta sofre com mudanças climáticas, um desafio que só será superado se o coletivo predominar. Doha representou mais um capítulo do livro que traz várias maneiras de não adotar medidas urgentes fazendo de conta que se tomam decisões importantes.
Alguns componentes colaboraram para este desfecho. Entre eles estão o flagrante desinteresse em acelerar decisões por parte do país anfitrião, o Qatar, maior emissor de C02 per capita do mundo; a ambição concentrada apenas no surgimento do Ato II do Protocolo de Quioto a partir de janeiro do ano que vem – com defecções previamente anunciadas; e a restrição de abrangência, tornando-a praticamente simbólica devido à retirada de países importantes econômica e politicamente.
Durante doze dias de reuniões e pouca evolução, com debates extensos e inócuos, o mundo seguiu sentindo os efeitos do descontrole da emissão de poluentes. Um dos estudos apresentados revela que, a se manter o atual ritmo de crescimento das emissões de CO2, a mais de 3% anuais, o aumento da temperatura pode superar 5ºC em 2100.
As notícias da degradação ambiental proliferaram em outras áreas. Uma delas envolve o Brasil: entre 2000 e 2011 a Amazônia perdeu 240 mil quilômetros quadrados de florestas. A área equivale ao Estado de São Paulo, ou a 85% do território do Rio Grande do Sul.
O COP-18 estendeu o Protocolo de Quioto até 2020 e sinalizou outra reunião, em 2015, na França. Adiar medidas tem sido a rotina dos encontros sobre meio ambiente. Enquanto isso, o planeta sofre com mudanças climáticas, um desafio que só será superado se o coletivo predominar. Doha representou mais um capítulo do livro que traz várias maneiras de não adotar medidas urgentes fazendo de conta que se tomam decisões importantes.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
FAÇA A SUA PARTE
Cercado dos seus discípulos, um homem de Deus caminhava por uma estrada em péssimo estado. Tudo servia como motivo para instruir seus seguidores. No meio da manhã encontraram um carro de bois atolado no barro. Ao lado, um homem piedoso, de joelhos, pedia que Deus o ajudasse tirando o carro do atoleiro. Todos olharam o devoto, sensibilizaram-se e prosseguiram o caminho. Alguns quilômetros adiante encontraram um outro homem com o carro atolado no lamaçal. Este, porém, esbravejava contra o governo e contra Deus, enquanto fazia todo o esforço para liberar o carro.
O homem de Deus, para espanto dos discípulos, decidiu ajudá-lo e o carro retomou sua jornada. Os aprendizes, surpresos, ponderaram ao mestre: senhor, o primeiro homem orava, era piedoso e não o ajudamos. Este, que era rebelde e blasfemava, recebeu nosso auxílio. Qual a razão? Sem se perturbar, o mestre esclareceu: aquele que orava, aguardava que Deus viesse fazer a tarefa que a ele competia. O outro, embora transtornado, estava lutando e por isso mereceu nosso auxílio.
Nem sempre sabemos orar. Até os apóstolos, um dia, suplicaram ao Mestre que Ele os ensinasse a rezar corretamente. Rezar não pode servir de desculpa a preguiçosos. Não podemos pedir a Deus que faça o que seria nossa obrigação. Rezar não é tentar mudar a vontade de Deus. A oração vai por outro caminho. É partir da certeza de que Deus é Pai e quer nossa felicidade. Nossa oração deve ter como objetivo conhecer a vontade de Deus para que nós possamos fazê-la acontecer.
Não é correto, em nossa prece, pedir que Deus remova alguns obstáculos que nós mesmos colocamos no caminho. Só depois que tivermos feito a nossa parte temos o direito de pedir a força que vem do alto.O primeiro homem que caiu no atoleiro confiou a Deus toda a tarefa. O segundo, pelo menos, estava fazendo o que lhe competia. De alguma maneira, ele também tinha convicção que Deus falhara em algum ponto.
Rezar é colocar-se, com a atitude de filhos, diante do Pai. E na oração ensinada por Jesus aparece uma escala de valores em nossa prece. Antes de tudo devemos lembrar que Ele é Pai de todos e que está em toda a parte. Com nossa voz santificamos o Nome, o Reino e a sua Vontade. Isto convém aos filhos. Só depois, lembra as necessidades dos filhos, a partir do pão de cada dia. Lembramos ainda nossa pobreza e suplicamos que Ele nos livre dos atoleiros e nos dê a graça de saber perdoar a todos.
O homem de Deus, para espanto dos discípulos, decidiu ajudá-lo e o carro retomou sua jornada. Os aprendizes, surpresos, ponderaram ao mestre: senhor, o primeiro homem orava, era piedoso e não o ajudamos. Este, que era rebelde e blasfemava, recebeu nosso auxílio. Qual a razão? Sem se perturbar, o mestre esclareceu: aquele que orava, aguardava que Deus viesse fazer a tarefa que a ele competia. O outro, embora transtornado, estava lutando e por isso mereceu nosso auxílio.
Nem sempre sabemos orar. Até os apóstolos, um dia, suplicaram ao Mestre que Ele os ensinasse a rezar corretamente. Rezar não pode servir de desculpa a preguiçosos. Não podemos pedir a Deus que faça o que seria nossa obrigação. Rezar não é tentar mudar a vontade de Deus. A oração vai por outro caminho. É partir da certeza de que Deus é Pai e quer nossa felicidade. Nossa oração deve ter como objetivo conhecer a vontade de Deus para que nós possamos fazê-la acontecer.
Não é correto, em nossa prece, pedir que Deus remova alguns obstáculos que nós mesmos colocamos no caminho. Só depois que tivermos feito a nossa parte temos o direito de pedir a força que vem do alto.O primeiro homem que caiu no atoleiro confiou a Deus toda a tarefa. O segundo, pelo menos, estava fazendo o que lhe competia. De alguma maneira, ele também tinha convicção que Deus falhara em algum ponto.
Rezar é colocar-se, com a atitude de filhos, diante do Pai. E na oração ensinada por Jesus aparece uma escala de valores em nossa prece. Antes de tudo devemos lembrar que Ele é Pai de todos e que está em toda a parte. Com nossa voz santificamos o Nome, o Reino e a sua Vontade. Isto convém aos filhos. Só depois, lembra as necessidades dos filhos, a partir do pão de cada dia. Lembramos ainda nossa pobreza e suplicamos que Ele nos livre dos atoleiros e nos dê a graça de saber perdoar a todos.
LADRÃO É LADRÃO.
Você talvez não conheça nenhum madeireiro. Nem eu. Pois bem! Não os coloque todos na mesma categoria, porque muitos deles são sérios. Trabalham com madeira selecionada, plantada, autorizada pelo governo. São confiáveis! Não estão roubando a madeira do povo brasileiro. Eles a plantam.
Mas há os outros… Lembram o fazendeiro que não tendo paciência de esperar seu gado crescer manda roubar o gado alheio e o vende como se fosse seu. Estes pseudo-madeireiros dão um jeito de burlar a lei, pagar propina, enganar as autoridades e extrair madeira em ritmo frenético, madeira que não pertence a eles. São estes que mandam matar os defensores do verde.
Nos últimos tempos tem havido um esforço desesperador da parte deles para roubar do povo brasileiro o máximo de madeira que puderem no, ainda hoje, anonimato de seus roubos. Como preveem que, por conta dos satélites, isso não será mais possível num futuro bem próximo, por causa da vigilância cada dia mais intensa, assim como da oposição de ONGs, associações de defensores do verde e da natureza, eles correm contra o tempo. Roubam enquanto podem.
O fato de compradores não aceitarem mais madeira não registrada explica por que aumentou tanto o desmatamento nos últimos anos. Eles sabem que a vigilância tornará impossível viver da maneira criminosa como vivem e não lhes interessa trabalhar segundo a lei, como outros madeireiros o fazem.
Sabem que serão presos, sabem que a multa é caríssima, mas sabem que por conta de alguns fiscais corruptos ainda há impunidade em algumas áreas. Vão primeiro tentar roubar o quanto puderem e, depois, lutar para saírem impunes, com anistia geral, como tem ocorrido frequentemente neste país.
Terão que descobrir outras maneiras de fazer dinheiro ilícito porque madeira não dará mais lucro fácil. Talvez alguns se mudem para as grandes cidades para explodir cofres de banco… Afinal trata-se do mesmo roubo. Tiram o que é dos outros; uns a madeira, outros o dinheiro…
Mas há os outros… Lembram o fazendeiro que não tendo paciência de esperar seu gado crescer manda roubar o gado alheio e o vende como se fosse seu. Estes pseudo-madeireiros dão um jeito de burlar a lei, pagar propina, enganar as autoridades e extrair madeira em ritmo frenético, madeira que não pertence a eles. São estes que mandam matar os defensores do verde.
Nos últimos tempos tem havido um esforço desesperador da parte deles para roubar do povo brasileiro o máximo de madeira que puderem no, ainda hoje, anonimato de seus roubos. Como preveem que, por conta dos satélites, isso não será mais possível num futuro bem próximo, por causa da vigilância cada dia mais intensa, assim como da oposição de ONGs, associações de defensores do verde e da natureza, eles correm contra o tempo. Roubam enquanto podem.
O fato de compradores não aceitarem mais madeira não registrada explica por que aumentou tanto o desmatamento nos últimos anos. Eles sabem que a vigilância tornará impossível viver da maneira criminosa como vivem e não lhes interessa trabalhar segundo a lei, como outros madeireiros o fazem.
Sabem que serão presos, sabem que a multa é caríssima, mas sabem que por conta de alguns fiscais corruptos ainda há impunidade em algumas áreas. Vão primeiro tentar roubar o quanto puderem e, depois, lutar para saírem impunes, com anistia geral, como tem ocorrido frequentemente neste país.
Terão que descobrir outras maneiras de fazer dinheiro ilícito porque madeira não dará mais lucro fácil. Talvez alguns se mudem para as grandes cidades para explodir cofres de banco… Afinal trata-se do mesmo roubo. Tiram o que é dos outros; uns a madeira, outros o dinheiro…
A VOZ INTERIOR NINGUÉM CALA.
O corrupto ama a escuridão e abomina a luz. Ele sabe o quanto é condenável o que pratica. É nesse ponto que se anuncia a consciência. Fizeram-se inumeráveis interpretações do fato da consciência. Tentaram derivá-la da sociedade, dos superegos das tradições e das religiões, do ressentimento face aos fortes e outros. Os manuais de ética referem infindáveis discussões sobre a origem, a natureza e o estatuto da consciência. Entretanto, por mais que tentemos derivá-la de outras realidades, ela se mantém como instância irredutível e última.
Ela possui a natureza de uma voz interior que não consegue ser calada. Exemplifiquemos: em 310, o imperador romano Maximiano mandou dizimar uma unidade de soldados cristãos porque, depois de uma batalha, se negaram a degolar inocentes. Antes de serem executados, deixaram uma carta ao imperador: “Somos teus soldados e temos as armas em nossas mãos. Entretanto, preferimos morrer a matar inocentes a ter que conviver com a voz da consciência nos acusando” (Passio Agaunensium). A 3 de fevereiro de 1944 escreve outro soldado alemão e cristão a seus pais: “Fui condenado à morte porque me neguei a fuzilar prisioneiros russos indefesos. Prefiro morrer a levar pela vida afora a consciência carregada com o sangue de inocentes. Foi a senhora, minha mãe, que me ensinou a seguir sempre primeiro a voz da consciência e somente depois as ordens dos homens (Letzte Briefe zum Tode Veruteilter).
Que poder possui essa voz interior a ponto de vencer o medo natural de morrer e aceitar ser morto? Ela admoesta, julga, premia e castiga. Com razão Sócrates e Sêneca testemunhavam que a consciência “é Deus dentro de ti, junto de ti e contigo”. Kant, o grande mestre do pensamento ético, dizia que “a consciência é um tribunal interno diante do qual pensamentos e atos são julgados inapelavelmente”. Foi esse filósofo que introduziu claramente a distinção entre preço e dignidade. Aquilo que tem preço pode ser substituído por algo equivalente. Entretanto há uma instância em nós que está acima de todo preço e que,
por isso, não admite nada que a substitua: essa é a “dignidade humana”, fundada na consciência de que “o ser humano é um fim em si mesmo e que não pode jamais servir de meio para qualquer outra coisa”.
O mau e o corrupto se escondem sem que ninguém os procure e fogem sem que ninguém os persiga. Donde lhe vem esse medo e pavor? Quem é esse que vê os dinheiros escondidos e para os quais não existem cofres secretos nem senhas para abri-los? Para ela não há segredos em quatro paredes palacianas ou em obscuro quarto de hotel. O corrupto sabe e sente que a consciência é maior que ele mesmo. Não possui poder sobre ela. Não a criou. Nem pode destruí-la. Ele pode desobedecer ao seus imperativos. Negá-la. Violentá-la. Mas o que ele não pode é silenciá-la.
Por que aventamos esse clamor íntimo? Porque estamos interessados em conhecer os tormentos que a má consciência inflige ao coração e à mente daquele corrupto que desviou dinheiro público, que se apropriou
das poupanças dos trabalhadores e dos idosos e que, desmascarado, teve que inventar mentiras e mais mentiras para esconder o seu malfeito. Mas não há nada escondido que um dia não seja revelado.
Mesmo que saia absolvido em um tribunal, porque contratou advogados hábeis em fazer narrativas tão lógicas que encobriram seu crime e convenceram os magistrados, ele não consegue escapar do tribunal interior que o condena. Uma voz o persegue para onde for, acusando-o de indigno diante de si mesmo, incapaz de olhar com olhos límpidos para sua esposa e filhos e conversar com coração aberto com seus amigos. Uma sombra o acompanha e lhe rouba a irradiação que nasce da bondade originária de uma consciência serena e feliz. A vida o amaldiçoa porque traiu a verdade, violou sua própria dignidade e se fez desprezível diante de sua própria consciência.
Ela possui a natureza de uma voz interior que não consegue ser calada. Exemplifiquemos: em 310, o imperador romano Maximiano mandou dizimar uma unidade de soldados cristãos porque, depois de uma batalha, se negaram a degolar inocentes. Antes de serem executados, deixaram uma carta ao imperador: “Somos teus soldados e temos as armas em nossas mãos. Entretanto, preferimos morrer a matar inocentes a ter que conviver com a voz da consciência nos acusando” (Passio Agaunensium). A 3 de fevereiro de 1944 escreve outro soldado alemão e cristão a seus pais: “Fui condenado à morte porque me neguei a fuzilar prisioneiros russos indefesos. Prefiro morrer a levar pela vida afora a consciência carregada com o sangue de inocentes. Foi a senhora, minha mãe, que me ensinou a seguir sempre primeiro a voz da consciência e somente depois as ordens dos homens (Letzte Briefe zum Tode Veruteilter).
Que poder possui essa voz interior a ponto de vencer o medo natural de morrer e aceitar ser morto? Ela admoesta, julga, premia e castiga. Com razão Sócrates e Sêneca testemunhavam que a consciência “é Deus dentro de ti, junto de ti e contigo”. Kant, o grande mestre do pensamento ético, dizia que “a consciência é um tribunal interno diante do qual pensamentos e atos são julgados inapelavelmente”. Foi esse filósofo que introduziu claramente a distinção entre preço e dignidade. Aquilo que tem preço pode ser substituído por algo equivalente. Entretanto há uma instância em nós que está acima de todo preço e que,
por isso, não admite nada que a substitua: essa é a “dignidade humana”, fundada na consciência de que “o ser humano é um fim em si mesmo e que não pode jamais servir de meio para qualquer outra coisa”.
O mau e o corrupto se escondem sem que ninguém os procure e fogem sem que ninguém os persiga. Donde lhe vem esse medo e pavor? Quem é esse que vê os dinheiros escondidos e para os quais não existem cofres secretos nem senhas para abri-los? Para ela não há segredos em quatro paredes palacianas ou em obscuro quarto de hotel. O corrupto sabe e sente que a consciência é maior que ele mesmo. Não possui poder sobre ela. Não a criou. Nem pode destruí-la. Ele pode desobedecer ao seus imperativos. Negá-la. Violentá-la. Mas o que ele não pode é silenciá-la.
Por que aventamos esse clamor íntimo? Porque estamos interessados em conhecer os tormentos que a má consciência inflige ao coração e à mente daquele corrupto que desviou dinheiro público, que se apropriou
das poupanças dos trabalhadores e dos idosos e que, desmascarado, teve que inventar mentiras e mais mentiras para esconder o seu malfeito. Mas não há nada escondido que um dia não seja revelado.
Mesmo que saia absolvido em um tribunal, porque contratou advogados hábeis em fazer narrativas tão lógicas que encobriram seu crime e convenceram os magistrados, ele não consegue escapar do tribunal interior que o condena. Uma voz o persegue para onde for, acusando-o de indigno diante de si mesmo, incapaz de olhar com olhos límpidos para sua esposa e filhos e conversar com coração aberto com seus amigos. Uma sombra o acompanha e lhe rouba a irradiação que nasce da bondade originária de uma consciência serena e feliz. A vida o amaldiçoa porque traiu a verdade, violou sua própria dignidade e se fez desprezível diante de sua própria consciência.
QUANDO O ERRO VALE A PENA
Considerado um bom tenista, integrante da seleta Associação dos Tenistas Profissionais dos Estados Unidos (ATP), Donald Young passou por um período difícil. Nada dava certo. Passou 17 jogos sem vencer. Ele pensava desistir, mas os colegas o animavam: você está jogando bem, é apenas questão de tempo. Finalmente voltou a vencer e a sorrir. Ele admitiu que esta vitória teve o dom de fazer esquecer a longa série negativa e deu-lhe a alegria de um principiante, como se fosse a primeira vitória.
A vida não é nunca o mar de rosas que sonhamos. Ela se constitui em grande desafio. E os desafios surgem de toda parte, sobretudo a partir de nós mesmos. Os outros podem nos incentivar ou desanimar. O importante é ter um objetivo, lutar por ele e pagar o preço necessário. Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica, conheceu o insucesso e as palavras desanimadoras: você não vai conseguir. Por duas mil vezes não deu certo. O caminho mais curto é tentar outra vez. Esta a sua filosofia. Coroado de sucesso, olhava para trás e garantia: não falhei uma única vez, cada erro me ensinava uma maneira que eu não devia repetir, pois não dava certo.
Todos erramos, todos falhamos. O que marca a pessoa inteligente é aproveitar os próprios erros. Quando nos ensina alguma coisa, o erro valeu a pena.
A vida é uma grande escola e nela podemos aprender de duas maneiras: com os erros e os acertos. Mas como não temos tempo de cometer todos os erros, é inteligente aprender também com os erros dos outros. Por vezes temos a tentação de deixar de lado os conselhos dos pais. Afinal, eles são de outro tempo. Como nós, nossos pais tentaram, erraram e souberam recomeçar. E isso deu-lhes sabedoria. Um provérbio popular garante que o diabo é inteligente, não por ser diabo, mas por ser velho.
A vida é uma obra de arte. Vale o produto final. Ninguém mais vai lembrar nossas experiências negativas, mas o sucesso que acabará vindo. Devemos imaginar que o sucesso está ali, logo adiante. Se não fosse pelo último minuto, muitas coisas não teriam acontecido. O último minuto ainda não aconteceu. Uma única vez não podemos falhar: é quando tentamos pela última vez. Tentar mais uma vez foi o segredo de um Thomas Edison, de um Cristóvão Colombo, de um Giuseppe Verdi. Quanto aos outros, os que desistiram, seus nomes não foram guardados pela história.
Uma das miopias de nosso tempo é achar que o sucesso tudo justifica. Mais importante que o sucesso é a causa abraçada. Saint Exupéry lembra a história de seu pequeno avião que caiu entre as montanhas nevadas dos Andes. Tudo o levava a desistir e deixar que o doce veneno do gelo acabasse com seu sofrimento. Mas ele decidiu dar mais um passo. Depois, caminhou dois dias e duas noites até a salvação.
O segredo foi dar mais um passo.
A vida não é nunca o mar de rosas que sonhamos. Ela se constitui em grande desafio. E os desafios surgem de toda parte, sobretudo a partir de nós mesmos. Os outros podem nos incentivar ou desanimar. O importante é ter um objetivo, lutar por ele e pagar o preço necessário. Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica, conheceu o insucesso e as palavras desanimadoras: você não vai conseguir. Por duas mil vezes não deu certo. O caminho mais curto é tentar outra vez. Esta a sua filosofia. Coroado de sucesso, olhava para trás e garantia: não falhei uma única vez, cada erro me ensinava uma maneira que eu não devia repetir, pois não dava certo.
Todos erramos, todos falhamos. O que marca a pessoa inteligente é aproveitar os próprios erros. Quando nos ensina alguma coisa, o erro valeu a pena.
A vida é uma grande escola e nela podemos aprender de duas maneiras: com os erros e os acertos. Mas como não temos tempo de cometer todos os erros, é inteligente aprender também com os erros dos outros. Por vezes temos a tentação de deixar de lado os conselhos dos pais. Afinal, eles são de outro tempo. Como nós, nossos pais tentaram, erraram e souberam recomeçar. E isso deu-lhes sabedoria. Um provérbio popular garante que o diabo é inteligente, não por ser diabo, mas por ser velho.
A vida é uma obra de arte. Vale o produto final. Ninguém mais vai lembrar nossas experiências negativas, mas o sucesso que acabará vindo. Devemos imaginar que o sucesso está ali, logo adiante. Se não fosse pelo último minuto, muitas coisas não teriam acontecido. O último minuto ainda não aconteceu. Uma única vez não podemos falhar: é quando tentamos pela última vez. Tentar mais uma vez foi o segredo de um Thomas Edison, de um Cristóvão Colombo, de um Giuseppe Verdi. Quanto aos outros, os que desistiram, seus nomes não foram guardados pela história.
Uma das miopias de nosso tempo é achar que o sucesso tudo justifica. Mais importante que o sucesso é a causa abraçada. Saint Exupéry lembra a história de seu pequeno avião que caiu entre as montanhas nevadas dos Andes. Tudo o levava a desistir e deixar que o doce veneno do gelo acabasse com seu sofrimento. Mas ele decidiu dar mais um passo. Depois, caminhou dois dias e duas noites até a salvação.
O segredo foi dar mais um passo.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
FIM DE ANO... BOM PERÍODO PARA MEDITAR
Para os que têm como seu calendário o gregoriano, o fim de mais um ano se aproxima...
Com ele, encerra-se mais um ciclo. Inicia-se outro.
É hora de parar de andar em círculos. De ficar dando 360º repetidamente e, com tais movimentações, bloquear a evolução.
Você precisa mudar de nível, subir um degrau, galgar novos patamares, sair de onde está. Todavia, para isso, é necessário que olhe de forma imparcial e isenta, profunda e verdadeira, para teus dias passados e para o teu interior.
Não ache que mudará o mundo, mudará pessoas, mudará relacionamentos, mudará tua vida, sem antes não encontrar o que deve mudar em você. Nossa constituição física e cultural nos conduz a ver o externo. A enxergar somente o mundo exterior. O que é aparente aos nossos olhos.
Assim, quando temos quaisquer variações (de saúde, emocionais, físicas) necessitamos recorrer a alguém, seja um especialista ou um amigo, para obter o seu parecer, receber seu feedback. Isso se dá, pois, embora tenhamos sido dotados de tal capacidade, não a habilitamos para nos enxergar, para nos ver por dentro. Uma boa oportunidade de tornar essa função "ativa" em você é agora. Aproveite os sentimentos e as esperanças que permeiam essas datas festivas e olhe para dentro de si. Você não pode continuar errando nas mesmas coisas. Não pode permanecer onde está. Agora, olhe para o teu passado e veja onde poderia ter feito diferente e torne a conclusão dessa reflexão, o teu mantra. Paralelamente, recorra à tua memória, e relembre o que você fez, ou os sentimentos que emanou quando obteve tuas vitórias, quando se deram os teus acertos... Ache a sintonia necessária para que todo o universo conspire a teu favor.
Não te enxergue pequeno, pois tu és grande: foi assim que DEUS te fez. Não te enxergue comum, pois tu és único: foi assim que o CRIADOR te constituiu. Não te veja como não merecedor, pois tu és herdeiro de tudo abaixo do céu. Não limite os teus passos, pois se necessário for, ELE te dará asas de águia para que alcances o que parece inalcançável. Não tema a ninguém, pois tu és o legítimo representante do TODO-PODEROSO aqui na terra. Não arqueie os teus ombros, não abaixe a tua cabeça, pois você foi feito à imagem e semelhança do ALTÍSSIMO.
Que os teus dias, doravante, sejam de sucessiva evolução e que tua senda seja iluminada por ti e por AQUELE que te abençoa dia após dia. Que respire um ar diferente: puro e leve, enchendo teus pulmões e dando-te a energia necessária para ir além. Que teus sonhos sejam materializados ou caminhem progressivamente para isso. Que a paz abunde em teu ser e em teu lar. Que o amor reine em ti e em todos os que te rodeiam. Que a vida seja maravilhosamente intensa e te faça feliz.
A FAMOSA LEI DE GERSON!
Na última semana causou grande celeuma a disposição do Supremo Tribunal Federal de cassar por conta própria os mandatos dos parlamentares condenados no escândalo do Mensalão. Em flagrante desrespeito à Constituição, a instância máxima do Judiciário debate se pode interferir em outro poder, desrespeitando o princípio de independência entre os poderes.
Mal comparando, é o que está ocorrendo no Supremo. Hoje cassam deputados, amanhã retiram do cargo uma Presidente eleita pela população, sob argumentos tênues. Aconteceu algo parecido no Paraguai, e a oposição e especialmente a mídia defendem algo do gênero aqui no Brasil. O discurso é que "para tirar o PT do poder, vale tudo. Até rasgar a lei"
O leitor entende onde quero chegar?
Outra tendência que este tipo de postura "maquiavélica" vem demonstrando é que a sociedade brasileira atualmente em muitos momentos reflete de forma clara a teoria do cientista político Thomas Hobbes (1588-1679). Novamente simplificando, sua teoria versa que o homem é intrinsecamente anti-social e somente se move por desejo ou medo. A sociedade hobbesiana seria uma guerra de todos contra todos, outra vez estabelecendo uma redução grosseira.
O que vemos na sociedade brasileira hoje é uma verdadeira guerra, onde somente vale o bem individual e seu benefício sobrepondo-se e prevalecendo ao bem comum. De certa forma o ódio que parcelas mais elitistas da população sentem pelos governos do PT tem a ver com isso: as políticas distributivas de Lula e Dilma tiram a sensação de "exclusividade" e "vitória" das classes mais abastadas.
Ou seja, é um "salve-se quem puder".
Pessoalmente, sou um radical legalista. Os objetivos finais podem ser muito nobres, mas se não está estabelecido na lei, sou terminantemente contra. Muitas ditaduras surgiram deste conceito enraizado de que um fim "nobre" justifica qualquer conduta. E exatamente por isso que acompanho com muita preocupação este ativismo do nosso Judiciário, ainda que aplaudido por parte da população.
Finalizo com um poema do grande dramaturgo alemão Bertold Brecht (1898-1956):
"Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo."
É isso. Ativismo sim, mas acima de tudo, respeito às leis.
ARENA - UMA GRANDE OBRA DE ENGENHARIA E ESPECULAÇÃO

Em primeiro lugar é preciso concordar que a Arena do Humaitá é uma grande obra e a maior alegria do século do time que vai jogar nela. Em segundo lugar, é preciso reconhecer que, independente de identificação clubi
Ística, trata-se do maior símbolo da especulação imobliária da história recente de Porto Alegre. Ao longo dos anos, essa situação vai se dissolver e a obra em si prevalecerá sobre o seu real significado.
A OAS é uma grande empreiteira de obras públicas (e privadas também). Em troca da construção da Arena, ganharam todo o terreno do antigo Olímpico e mais as adjacências da Arena. Receberam da Câmara Municipal o direito de construirem acima dos limites do atual Plano Diretor. Ganharam, além disso, as vantagens fiscais das "obras da Copa", mesmo que a Arena não vá sediar jogos da Copa.
Agora, a mídia cobra dos poderes públicos que construam a infraestrutura dos arredores da Arena, pois a OAS, ganhou o direito de construir sem nenhuma contrapartida ao Município. Isso é vergonhoso. As construtoras assinam contratos leoninos com os clubes de futebol, em troca da construção de novos estádios/arenas e não se comprometem com nada além da exploração do espaço por longos anos. Com o Inter não foi muito diferente, mas a extensão das vantagens da Andrade Gutierrez acabaram sendo menores, por força das circunstâncias. Já a OAS, obteve terrenos valorizadíssimos (na Azenha) e em processo de valorização (no Humaitá). Essa valorização vai aumentar ainda mais a partir dos investimentos públicos (há emendas pedindo R$ 60 milhões para a infraestrutura da região da Arena).
E assim caminha a humanidade. Somos vítimas (gremistas e colorados) das formas mais predadoras do capital e nos prendemos a rusgas completamente insignificantes. Quem ganha são os mesmos de sempre e sem o desgaste dos políticos.
O FUTURO?
Preocupe-se primeiramente com isso:
" Presente
Presente = dádiva do hoje.
" Presente
Presente = dádiva do hoje.
O que você tem feito? Quais são tuas determinações? Como estão teus passos? De onde veio e onde quer chegar?
Tais perguntas devem ser respondidas levando-se em conta unicamente o tempo presente.
Não adianta mais ficar dizendo o que gostaria de ter feito, falado, conquistado... Isso está lá atrás. Também, não adianta nada ficar fazendo votos para o amanhã: “Vou arrumar minhas gavetas amanhã, vou começar a dieta na segunda-feira, vou voltar a caminhar ou a fazer academia no mês que vem, vou mudar alguns hábitos no próximo ano...” Afinal, muitos passam as suas vidas fazendo votos, promessas, e não vão muito além disso.
Comece a se mexer hoje! Viva o presente!
O amanhã é conseqüência do teu hoje, mas o teu hoje não necessariamente precisa ser conseqüência do teu ontem. A chave da mudança está em tuas mãos.
Se você não conseguiu até ontem mudar algo ou fazer algo que há muito tem buscado, o que lhe garantirá que conseguirá amanhã? Nada. A não ser que você mude o teu hoje.
Viva desde já aquilo que planejou para o amanhã - nem que sejam em tímidos passos. Mas, saiba que à medida que for andando, irá pegando cada vez mais confiança e logo estará voando naquilo que você entende ser o teu melhor, o melhor que DEUS planejou para a tua vida.
Vamos! Aja!
LIBERTE-SE.
Somos naturalmente podados, limitados e aprisionados por nossos pensamentos, por nossa vivência e por nossa racionalidade.
A tendência de querer um resultado lógico, concreto, comprovável ou mensurável, leva-nos, algumas vezes, a nos impedir de desfrutar de experiências inenarráveis.
Às vezes, precisamos nos desvencilhar de nosso consciente para dar lugar ao quase incompreensível.
Falo, por exemplo, da mente. Quanto dela você usa? Faz idéia do poder e capacidade que ela possui? Tem noção da estupenda máquina que comanda o teu corpo? Talvez faça idéia, mas uma idéia parcial, provavelmente até superficial.
Já parou pare se perguntar por que uma criança, com seus poucos anos de idade, tem uma facilidade tão grande de aprender novos idiomas ou desenvolver diferentes habilidades?
Ou porque autistas, portadores da síndrome de Savant ou da síndrome de Asperger, conseguem coisas impressionantes como ler um livro de algumas centenas de páginas em apenas 01 hora (e não se esquecer de nada que leu!), ler uma página do livro com cada olho, ou de fazer cálculos envolvendo dezenas de algarismos em frações de segundo?
A resposta é: por que eles não possuem, ou quase não possuem , nenhuma barreira racional, lógica, consciente. Estes não possuem critérios pré-estabelecidos, não têm paradigmas, não se atém a formas conhecidas e nem trazem conceitos criados por si ou por outros, de forma que influenciem no que está lhes sendo pedido ou apresentado. São pessoas cujo empirismo é praticamente nulo.
Talvez, esta geração ainda não consiga conciliar a memória consciente com a memória implícita de forma ordenada e habilidosa. Mas certamente, encontramos aí um belo exemplo de nosso potencial, que como já dito, é prensado por nossos paradigmas, nosso empirismo e demais obstáculos que colocamos ou nos colocam à frente.
Por outro lado, é também motivo de pausa para reflexão: até onde você consegue e pode voar?
Liberte um pouco teu pensamento. Esteja receptivo(a) para novas teorias, para diferentes experiências, para novas sensações.
Não ache que tudo se limita ao que você conhece, ao que você já leu ou ao que já foi, de alguma forma, “comprovado”.
Um mundo novo se formará à tua frente e um novo significado de viver poderá surgir!
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