Segundo a pesquisa, o Brasil é um país onde a internet é livre, com o vigésimo nono lugar no ranking elaborado pela Freedom House, ganhando uma posição em relação à lista preparada pela mesma organização, em 2009. Estamos no bloco intermediário em matéria de inclusão digital, com um índice de 39% da população com acesso à internet, no mesmo grupo em que se encontram Turquia, Venezuela, Rússia, Arábia Saudita e China.
A polêmica sobre a liberdade de acesso à internet está fortemente ideologizada porque a lista organizada pela Freedom House coincide com a dos países acusados de limitar a a ação das empresas jornalísticas e de violar os direitos humanos. Isto mostra como a questão da internet já foi incorporada à agenda da diplomacia mundial, num contexto bem diferente do existente na época da Guerra Fria. Tudo leva a crer que o divisor de águas não será entre governos, mas entre estes e os novos personagens surgidos na arena da comunicação depois do início da revolução digital. Estes protagonistas são os cidadãos comuns.
Aí podem surgir situações curiosas como governos considerados democráticos batalhando junto com outros tidos como autoritários para manter o controle da internet e impedir que os milhões de blogueiros, twiteiros, usuários de redes sociais e do correio eletrônico ignorem o verticalismo e a hierarquização rígida dos sistemas políticos tradicionais.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O QUE DEVE SER FEITO NO PARQUE DE EVENTOS JOÃO DE OLIVEIRA BORGES
Em data recente realizou-se audiência publica no município de Horizontina para discutir proposições relacionadas à infra-estrutura do Parque Municipal de Eventos João de Oliveira Borges. Naquela ocasião, constitui-se uma comissão para estudar o assunto amiúde e apresentar em uma nova audiência pública uma proposta de layout para o Parque.
A comissão que já realizou uma reunião para discutir o assunto, está trabalhando uma nova proposta onde serão definidas diretrizes gerais a serem seguidas no projeto de implantação do Parque de Eventos.
Por se tratar de tema relevante e de interesse da comunidade, o programa Forum101 deste sábado, dia 30 de abril, estará reunindo lideranças que fazem parte da comissão para debater o assunto. Entre as questões a serem discutidas certamente virão à tona: em que fase encontra-se o processo de discussão? Quais as diretrizes que já podem ser adiantadas à comunidade? Qual o posicionamento com relação a temas polêmicos com a permanência ou não da Incubadora de Tecnologia no Parque ou com relação a cessão de uso de áreas permanentes a instituições?
Essas e outras questões estarão sendo respondidas por nossos convidados: Dionir Bianchi (MAPIC/FEINTECH); Carlos Berwian (SMIC); Kleryston Segat (ACIAP) e Antônio Kaiser (Rotary).
Contamos com sua audiência na rádio Olinda FM 101.3 - www.olindafm.com
A comissão que já realizou uma reunião para discutir o assunto, está trabalhando uma nova proposta onde serão definidas diretrizes gerais a serem seguidas no projeto de implantação do Parque de Eventos.
Por se tratar de tema relevante e de interesse da comunidade, o programa Forum101 deste sábado, dia 30 de abril, estará reunindo lideranças que fazem parte da comissão para debater o assunto. Entre as questões a serem discutidas certamente virão à tona: em que fase encontra-se o processo de discussão? Quais as diretrizes que já podem ser adiantadas à comunidade? Qual o posicionamento com relação a temas polêmicos com a permanência ou não da Incubadora de Tecnologia no Parque ou com relação a cessão de uso de áreas permanentes a instituições?
Essas e outras questões estarão sendo respondidas por nossos convidados: Dionir Bianchi (MAPIC/FEINTECH); Carlos Berwian (SMIC); Kleryston Segat (ACIAP) e Antônio Kaiser (Rotary).
Contamos com sua audiência na rádio Olinda FM 101.3 - www.olindafm.com
terça-feira, 26 de abril de 2011
RUI BIRIVA - (1958 - 2011)
O cantor e compositor gaúcho Rui Biriva morreu nesta segunda-feira , às 22h45, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do hospital.
O músico, que lançou mais de dez álbuns em quase 30 anos de carreira, deu entrada na emergência do hospital no dia 14 de abril com um tumor no intestino grosso. Desde então ficou internado.
Rui Biriva viveu até os 10 anos de idade na localidade de Esquina Eldorado, em Horizontina. Aos 14 anos, venceu o Festival Estadual Estudantil da Canção. Mudou-se ainda jovem para o Paraná, onde fez o curso de Direito na Universidade Estadual de Ponta Grossa, em 1978. Não chegou a concluir o curso e, após morar em São Paulo, retornou ao Rio Grande do Sul.
O nome artístico foi adotado após a gravação da canção “Birivas”, de Airton Pimentel, com a qual venceu o festival Seara da Canção Gaúcha, em 1982. Biriva é como é chamado o tropeiro de gado no Rio Grande do Sul.
Em 1984, venceu a Seara da Canção Nativa de Carazinho, com a música “Santa Helena da Serra”, composta em parceria com José Luiz Vilela.
Em maio de 1987, gravou o seu primeiro álbum: Cantar, produzido por Ayrton dos Anjos, pela Continental Discos.
Rui Biriva gravou 14 discos. Entre seus maiores sucessos estão Tchê Loco, Quebrando Tudo, Canção do Amigo e Castelhana, esta composta em parceria com o cantor Elton Saldanha. Em 2003, passou a apresentar o programa “Paralelo Sul” na TVE-RS.
Entre os maiores sucessos da carreira de Rui Biriva estão “Tchê Loco”, “Santa Helena da Serra”, “Birivas”, “Festança”, “Pé na Estrada”, “Amigo”, “Vamo Pegá”, “Castelhana”, “Quebrando Tudo”, “Canção do Amigo”, “Das Bandas de Horizontina” e “Tonto de Saudade”. Cantor e compositor, Rui Biriva teve algumas de suas obras gravadas por Dalvan, Daniela Mercury, Os Nativos, Os Serranos, Osvaldir e Carlos Magrão, Gilberto e Gilmar, e Gaúcho da Fronteira. Gremista, Biriba mostrou sua paixão pelo clube em uma canção que compôs em 2009, na música “Força Azul”.
O corpo do cantor horizontinense está sendo velado na Câmara de Vereadores de Horizontina e será sepultado nesta quarta-feira, 10 horas no Cemitério de Horizontina.
A MATEMÁTICA DA PRIVACIDADE, OU O FIM DA INTIMIDADE
Milhões de ligações de celulares reduzidas a padrões de comportamento humano através de diferentes experimentos em curso na Europa e nos EUA, tornam as recentes suspeitas de bisbilhotagem promovidas pela Aple e o Google uma brincadeira de salão. Nessas pesquisas, sensores e softwares instalados em smartphones controlam movimentos, relacionamentos, humor, saúde, hábitos ao telefone e gastos do usuário. Da montanha de detalhes íntimos, os pesquisadores extraem padrões de comportamento em relação ao poder político, ao dinheiro, ao amor, podendo revelar sintomas sutis de distúrbios mentais e oscilações de humor coletivo que antecipam viradas na bolsa de valores ou a receptividade à propagação de idéias políticas à semelhança de um vírus. Sobretudo, permitem que a ciência extrapole aquilo que singulariza a intimidade humana e construa padrões matemáticos da privacidade. (...) Não se trata apenas de constatar o fenômeno social, mas de influenciar seu curso. Em Boston, EUA, um grupo de cientistas descobriu o quanto as pessoas podiam ser previsíveis estudando a rotina de deslocamento de cem mil usuários de celular (...). A amostra é uma partícula do universo a ser devassado: quase 75% da população do planeta tem telefone celular (Carta Maior, com informações WSJ/Valor)
EM O "REINO DA GLÓRIA",AGAMBEN ANALISA LITURGIAS DO PODER
As investigações de O reino e a glória remetem a uma ciência dedicada à história dos aspectos cerimoniais do poder e do direito, uma espécie de arqueologia política da liturgia e do protocolo, que poderia ser chamada provisoriamente de "arqueologia da glória". Tais estudos situam-se no rastro das pesquisas de Michael Foucault sobre a genealogia da governabilidade e alcançam os primeiros séculos da teologia cristã, em que a doutrina trinitária serve como forma mais clara de revelar o funcionamento e a articulação da máquina governamental. Por meio de uma fascinante análise das aclamações litúrgicas e dos símbolos cerimoniais do poder, do trono à coroa, da púrpura ao feixe de varas carregado pelos litores (que se tornou símbolo do fascismo), Agamben constrói uma genealogia inédita que mostra como elementos considerados resíduos do passado continuam constituindo a base do poder ocidental.Trecho do livro
Contudo, mais do que registrar tais correspondências, interessa-nos compreender sua função. De que maneira a liturgia "faz" o poder? E se a máquina governamental é dupla (Reino e Governo), que função a glória desempenha nela? Para os sociólogos e os antropólogos sempre é possível recorrer à magia, à esfera que, confinando com a racionalidade e precedendo-a imediatamente, permite explicar, em última análise, como um resquício mágico aquilo que não conseguimos compreender a respeito da sociedade em que vivemos.
Não acreditamos em um poder mágico das aclamações e da liturgia e estamos convencidos de que nem mesmo os teólogos e os imperadores tenham alguma vez acreditado nisso. Se a glória é tão importante na teologia, é porque permite manter juntas, na máquina governamental, trindade imanente e trindade econômica, o ser de Deus e sua práxis, o Reino e o Governo. Ao definir o Reino e a essência, ela determina também o sentido da economia e do Governo. Permite, portanto, soldar a fratura entre teologia e economia da qual a doutrina trinitária nunca conseguiu dar cabo completamente e que só na figura deslumbrante da glória parece encontrar uma possível conciliação.
Contudo, mais do que registrar tais correspondências, interessa-nos compreender sua função. De que maneira a liturgia "faz" o poder? E se a máquina governamental é dupla (Reino e Governo), que função a glória desempenha nela? Para os sociólogos e os antropólogos sempre é possível recorrer à magia, à esfera que, confinando com a racionalidade e precedendo-a imediatamente, permite explicar, em última análise, como um resquício mágico aquilo que não conseguimos compreender a respeito da sociedade em que vivemos.
Não acreditamos em um poder mágico das aclamações e da liturgia e estamos convencidos de que nem mesmo os teólogos e os imperadores tenham alguma vez acreditado nisso. Se a glória é tão importante na teologia, é porque permite manter juntas, na máquina governamental, trindade imanente e trindade econômica, o ser de Deus e sua práxis, o Reino e o Governo. Ao definir o Reino e a essência, ela determina também o sentido da economia e do Governo. Permite, portanto, soldar a fratura entre teologia e economia da qual a doutrina trinitária nunca conseguiu dar cabo completamente e que só na figura deslumbrante da glória parece encontrar uma possível conciliação.
O DEUS MERCADO E OS ADORADORES DE DINHEIRO
As duas forças mais destrutivas da natureza humana – a cobiça e a inveja –impulsionam os homens de finanças, os banqueiros, os mandarins corporativos e os dirigentes de nossos dois principais partidos políticos, todos eles beneficiários deste sistema. Colocam-se no centro de sua criação. Desdenham ou ignoram os gritos dos que se encontram abaixo deles. Retiram nossos direitos e nossa dignidade e frustram nossa capacidade de resistência. Fazem-nos prisioneiros em nosso próprio país. Vêem os seres humanos e o mundo natural como simples mercadorias a serem exploradas até ao esgotamento e ao colapso. O sofrimento humano, as guerras, as mudanças climáticas, a pobreza, tudo serve ao custeio dos negócios. Nada é sagrado. O Senhor dos Lucros é o Senhor da Morte.
Os fariseus das altas finanças que podem nos ver esta manhã de suas salas e seus escritórios pelas esquinas debocham da virtude. A vida para eles só tem o significado do proveito próprio. O sofrimento dos pobres não os preocupa. As seis milhões de famílias expulsas de suas casas não os preocupam. As dezenas de milhões de aposentados, cujas economias para a aposentadoria foram anuladas pela fraude e pela desonestidade de Wall Street não os preocupam. Que não se consiga deter as emissões de carbono, isso não os preocupa. A justiça não os preocupa. A verdade não os preocupa. Uma criança faminta não os preocupa.
Os banqueiros e os gestores de fundos de alto risco, as elites corporativas e governamentais, são a versão moderna dos hebreus desencaminhados que se prostraram diante do bezerro de ouro. A centelha da riqueza brilha diante de seus olhos e os impulsiona cada vez mais rápido para a destruição. E querem que nos prostremos também diante do seu altar. Enquanto nos inspirarmos na cobiça, ela nos manterá cúmplices e em silêncio. Na medida, porém, que desafiemos a religião do capitalismo sem escrúpulos, uma vez que exijamos que a sociedade atenda verdadeiramente as necessidades dos cidadãos e que o ecossistema sustente a vida, ao invés das necessidades do mercado, uma vez que aprendamos a dialogar com uma nova humildade e a viver com uma nova simplicidade, uma vez que amemos ao nosso próximo como a nós mesmos, romperemos as correntes que nos aprisionam e faremos com que a esperança seja percebida.
Os fariseus das altas finanças que podem nos ver esta manhã de suas salas e seus escritórios pelas esquinas debocham da virtude. A vida para eles só tem o significado do proveito próprio. O sofrimento dos pobres não os preocupa. As seis milhões de famílias expulsas de suas casas não os preocupam. As dezenas de milhões de aposentados, cujas economias para a aposentadoria foram anuladas pela fraude e pela desonestidade de Wall Street não os preocupam. Que não se consiga deter as emissões de carbono, isso não os preocupa. A justiça não os preocupa. A verdade não os preocupa. Uma criança faminta não os preocupa.
Os banqueiros e os gestores de fundos de alto risco, as elites corporativas e governamentais, são a versão moderna dos hebreus desencaminhados que se prostraram diante do bezerro de ouro. A centelha da riqueza brilha diante de seus olhos e os impulsiona cada vez mais rápido para a destruição. E querem que nos prostremos também diante do seu altar. Enquanto nos inspirarmos na cobiça, ela nos manterá cúmplices e em silêncio. Na medida, porém, que desafiemos a religião do capitalismo sem escrúpulos, uma vez que exijamos que a sociedade atenda verdadeiramente as necessidades dos cidadãos e que o ecossistema sustente a vida, ao invés das necessidades do mercado, uma vez que aprendamos a dialogar com uma nova humildade e a viver com uma nova simplicidade, uma vez que amemos ao nosso próximo como a nós mesmos, romperemos as correntes que nos aprisionam e faremos com que a esperança seja percebida.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
JURO "NORMAL" ATÉ 2014
A busca do governo por alternativas e discurso contra calibrar o juro na altura que, se dependesse do “mercado”, a taxa já teria alcançado também se encaixa no plano de Dilma Rousseff de terminar o mandato com um percentual “normal”. Quanto menos o juro subir agora, mais fácil de alcançar o objetivo. “Vamos buscar uma taxa de juros compatível com a taxa de juros internacional. É possível sim, perfeitamente. Esse é o grande desafio que o Brasil vai ter de enfrentar, pelo menos desta vez”, declarou a presidenta em visita recente à China.
Ao montar a atual diretoria do BC, Dilma já tinha dado um sinal de sua ambição de longo prazo. Dos sete diretores, apenas dois têm passagem pelo “mercado”. Os outros são funcionários de carreira do banco. A presidenta sabe que, por isso, o “mercado” não gosta do atual BC, como não gosta do ministro da Fazenda, Guido Mantega, outro sem o sistema financeiro no currículo. “Mas ela dá respaldo total ao Guido e ao Tombini. Aliás, a política econômica não é deles, é dela”, afirmou um auxiliar de Dilma.
Ao montar a atual diretoria do BC, Dilma já tinha dado um sinal de sua ambição de longo prazo. Dos sete diretores, apenas dois têm passagem pelo “mercado”. Os outros são funcionários de carreira do banco. A presidenta sabe que, por isso, o “mercado” não gosta do atual BC, como não gosta do ministro da Fazenda, Guido Mantega, outro sem o sistema financeiro no currículo. “Mas ela dá respaldo total ao Guido e ao Tombini. Aliás, a política econômica não é deles, é dela”, afirmou um auxiliar de Dilma.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
AS QUALIDADES SOBRENATURAIS DA ECONOMIA
Na capa do jornal Zero Hora do dia, 17/4, há uma chamada fantasmagórica: “Economia multiplica oportunidades, transforma famílias e redesenha as relações de trabalho, como conta série de reportagens até a sexta-feira”.
A Economia rebessiana é um ente mágico, fantasmático, com capacidade de modificar o país, a ponto de ZH apontar que estamos diante de uma “nova sociedade”, uma “vida de pleno emprego”.
O sujeito da oração, para ZH, é a Economia. Ponto. Como se essa Economia (sim, com letra maiúscula) fosse algo autônomo em relação à Política, como se a Economia fosse orientada por deuses ocultos e inexpugnáveis.
A leitura da tal reportagem de ZH não dá nenhuma pista sobre o possível sujeito oculto que manobra com tão mágica Economia. Não cita Lula, não menciona Dilma, esquece que o país sofreu cerca de três décadas de hegemonia do capital financeiro (que ainda perdura), quando era proibido pensar em desenvolvimento econômico. Pleno emprego era palavrão. E o grupo RBS esteve de acordo com aquele estado de coisas. Pior: é produto daquela situação histórica, que tantos males geraram para o País e seu povo.
Agora esquecem este detalhe. O grupo RBS é uma empresa midiática de esquecidos. Preferem atribuir à Economia propriedades mágicas, fetichistas e autonomistas.
Já sabemos, causa menos embaraço ao seu próprio passado, além de uma vantagem marginal: fazer jornalismo ficcional – lidando com elementos de magia e ilusão - é mais confortável do que contar a verdade dos fatos e encarar a vida como ela é.
Diário Gauche
E SE AÉCIO FOSSE LULA????
Imaginem a festa que o PIG (PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA) faria caso fosse o Lula pego dirigindo sem carteira de motorista e ainda por cima tivesse se recusado a soprar no Bafômetro após uma noitada no Rio de Janeiro. Como o infrator foi o tucano Aécio Neves, o queridinho da grande mídia passou de lombo liso. Não lí nada sobre o assunto nas colunas de política da mída guasca, apenas notinhas escondidas num canto de página.
SAFRA GAÚCHA VE VERÃO TERÁ COLHEITA RECORDE
A safra gaúcha de grãos de verão deverá superar os 25 milhões de toneladas, revela hoje (20) a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS). É uma previsão recorde, 10,5% superior à safra anterior que também foi recorde. O Governo do Estado estima que a super safra vai gerar uma movimentação de R$ 13,8 bilhões. Ivar Pavan, secretário estadual de Desenvolvimento Rural diz que o “avanço da tecnologia entre os produtores está possibilitando recordes consecutivos”. O secretário lembrou também que o “tempo ajudou. As chuvas caíram em abundância justamente no período que a produção mais precisou”. O destaque desta super safra fica por conta da soja, com a produção de 11, 2 milhões de toneladas. O arroz em que Rio Grande do Sul é o maior produtor nacional deverá totalizar 8,6 milhões de toneladas, projeta a Emater. O milho entra em terceiro lugar e sua produção chega a 5,4 milhões de toneladas.
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