domingo, 13 de março de 2011

PREVENÇÃO DEVE SER CONSTANTE

Não importa a estação do ano, tampouco o fato de o tempo estar nublado ou o sol parecer “menos forte”. A exposição excessiva, em qualquer dessas situações, é danosa à saúde da pele. Portanto, cuidados preventivos como redução da exposição, visita ao médico e uso de protetor solar devem ser regulares, principalmente para pacientes com história prévia de carcinomas e receptores de órgãos (transplantados).

O câncer de pele é a neoplasia de maior incidência no Brasil. Cerca 90% dos casos estão relacionados à exposição excessiva aos raios nocivos do sol. “Bronzeamentos artificiais em cabines que emitem radiação UVA e UVB também aumentam o risco”, garante a médica dermatologista Fernanda Fachinello.

COM A TERRA INDO PARA AS CUCUIAS PROCURAM UM NOVO PLANETA

A missão - A sonda Kepler foi lançada em março de 2009 e procura, principalmente, astros que estejam na chamada “zona habitável”, região que fica a uma distância suficiente do sol para permitir a existência de água e, portanto, vida. A Kepler já descobriu um novo sistema planetário e a existência de mais de 500 exoplanetas (localizados fora do sistema solar), que alimentam a esperança de encontrar vida extraterrestre. Segundo a Nasa, 54 deles estão na zona habitável e não são nem quentes nem frios demais para abrigar vida.
Que tal tentassem salvar a terra ao invés de procurar um novo lugar para destruir?

OLHAR E VALORIZAR A CRIAÇÃO TALVEZ SEJA A SOLUÇÃO

Cenas que, se multiplicam em todos os recantos do mundo envolvendo mares,montanhas e peixes, rios e bosques, animais e humanos e todas as espécies, diante das quais, “Deus viu que tudo era bom”. Dores de parto da criação não parecem diminuir. O que podemos fazer e como reagir a tanta fúria devastadora?

Creio que uma sugestão simples, ao alcance de todos poderá contribuir: “Olhe para a Criação!” Até os 25 anos, Francisco olhava, mas não via a beleza da criação. Passava pelos caminhos e neles via a si mesmo em busca de glórias humanas. Ao começar sua conversão, a raiz de seu olhar modificou. Não mais se via no centro de tudo, mas começou a situar o Criador como “meu Deus e meu tudo”. A partir do Criador, toda a criação começou a ser vista com o olhar ajustado, o olhar do coração.
Olhar para a criação é deixar de ser como o elefante no jardim que pisoteia sem dó nem piedade. Necessitamos resgatar o olhar do encantamento que brota da sintonia de um olhar original daquele que criou o mundo e o colocou a serviço da vida.

A COLÔNIA INVADE CIDADE (UM EXEMPLO A SER SEGUIDO)

Gramado se enfeita para receber as mais de 250 mil pessoas que devem participar da 21ª Festa da Colônia, que começou nesta quinta-feira 10 e se estende até 27 de março. Milhares de mudas de hortaliças, temperos e flores decoram a cidade, sinalizando o caminho até o Centro de Eventos ExpoGramado, que pela primeira vez sedia o evento.
O interior do município, com toda sua riqueza cultural e gastronômica, estará representado no ExpoGramado. Os visitantes poderão apreciar os jogos de bocha, mora e carteado; as bandas, corais e grupos folclóricos; os fornos de barro onde se prepara pães, cucas, biscoitos e carnes; artigos artesanais e todas as delícias da Feira de Produtos Coloniais, além dos restaurantes de cozinha alemã e italiana.
O desfile de carretas, na avenida Borges de Medeiros, também atrai grande público. As carroças puxadas por bois são enfeitadas com instrumentos de trabalho e produtos coloniais. Vestidos com roupas típicas, descendentes dos imigrantes mostram toda sua alegria com cantos e danças. Sucos, vinhos, pães e cucas são distribuídos para degustação. Os desfiles serão realizados dias 19 e 26 de março, a partir das 15 horas.
O espetáculo Origens conta a história da chegada da imigração alemã, italiana e portuguesa em Gramado, ao final do século XIX, em uma mistura harmônica de sons, danças, luzes e efeitos especiais. Apresentações dias 12, 19, 25 e 26 de março, às 20h30, por R$ 15. Na Cozinha da Nonna, as crianças podem, literalmente, “colocar a mão na massa” e participar da elaboração de deliciosas iguarias das colônias gramadenses.
A Festa da Colônia abre de segunda à quinta das 10h às 22 horas e de sexta a domingo das 10h às 23 horas. A entrada e o estacionamento são gratuitos.

PRODUTOR ORGÂNICO ADERE AO CADASTRO

Cerca de 10 mil agricultores que trabalham com produtos orgânicos estão regularizados desde o fim do ano passado, prazo dado ao setor para a adequação às regras estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Segundo o coordenador de Agroecologia do Ministério, Rogério Dias, a expectativa agora é que até abril a base de dados do Cadastro Nacional de Orgânicos esteja disponível na internet. Segundo ele, o principal objetivo do cadastro é possibilitar o controle social da produção orgânica no país.
Através do cadastro do Ministério da Agricultura, o consumidor terá informações variadas sobre produtos e fornecedores de alimentos. Até o final do ano, deverão estar cadastrados todos produtores orgânicos, estimados em 15 mil - 80% familiares. Na produção orgânica, é proibido usar agrotóxicos, adubos químicos e sementes transgênicas, e os animais devem ser criados sem uso de hormônios de crescimento e outras drogas, como antibióticos. O agricultor regularizado obterá o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica, que o consumidor verá ao comprar esses alimentos e terá garantia de procedência.

A CRIAÇÃO GEME EM DORES DO PARTO

A ecologia é, hoje, possivelmente, a bandeira mais universal das bandeiras, assumindo contornos planetários. Inquilinos descuidados, maltratamos nossa casa, ameaçando a própria vida.

O problema é cada vez mais grave e, neste ano, a caminhada quaresmal alerta sobre a “Fraternidade e a vida no planeta”, e lembra: “A Criação geme em dores de parto” (Rm 8,22). O parto é a hora decisiva de vida ou morte. Isso diz respeito a todos. É a nossa sorte que está em jogo. Em vez de morte, precisamos optar pela vida, pela Ressurreição.

ESPECULADORES DA FOME FAZEM O PREÇO OS ALIMENTOS AUMENTAR

Não são apenas más colheitas e mudanças no clima; especuladores também estão por trás dos preços recordes nos alimentos. E são os pobres que pagam por isso. Os mesmos bancos, fundos de investimento de risco e investidores cuja especulação nos mercados financeiros globais causaram a crise das hipotecas de alto risco (sub-prime) são responsáveis por causar as alterações e a inflação no preço dos alimentos. A acusação contra eles é que, ao se aproveitar da desregulamentação dos preços dos mercados de commodities globais, eles estão fazendo bilhões em lucro da especulação sobre a comida e causando miséria ao redor do mundo.

SOBRE O VERBO: COMER.

Em meados de fevereiro, o Banco Mundial comunicou que devido ao incremento nos preços da comida, o número de famintos estava se aproximando do 1 bilhão, quando os últimos dados da FAO falavam em 925 milhões. Outras 44 milhões de pessoas estão atravessando a fronteira da extrema pobreza porque suas débeis economias familiares foram desestabilizadas pelos preços elevados da comida. A situação é gravíssima, mas os preços seguem aumentando e, em uma economia globalizada, fenômenos climáticos locais – tempestades na África, geadas no México, secas na China, etc. – se convertem em um quebra-cabeças mundial.Mas atenção, não se trata de um problema de escassez e os rugidos de 1 bilhão de estômagos vazios não são suficientes para que se dê o soco na mesa definitivo que ponha em seu devido lugar o mercado e os especuladores. Foram disparados muitos fogos de artifícios a título de boas intenções. Na recente reunião do G-20, por exemplo, falava-se de uma maior transparência nos mercados, limitação da especulação, melhor informação sobre os cultivos...Em resumo, nada que não tenha se ouvido antes e nada que não tenha resultado em nada, apesar de, no dia 17 de fevereiro, o Parlamento Europeus ter pedido ao G-20 “que se combata em escala internacional os abusos e manipulações dos preços agrícolas, dado que representam um perigo potencial para a segurança alimentar mundial”, além de reclamar “...a adoção de medidas dirigidas a abordar a excessiva volatilidade de preços...”. Enquanto se esperam novos dados sobre os preços da comida, a situação começa a ser sumamente asfixiante e pode derivar em uma crise pior que a de 2008. Por isso, a verborreia grandiloquente tornou-se dispensável e urgem soluções reais e efetivas, porque para a humanidade comer é um verbo e não um substantivo pomposo e demagógico.

AS CIDADES VÃO SE TORNANDO GIGANTES E AS PESSOAS CEGAS.

Para Kant, “o Homem ao tentar compreender a enormidade das grandes catástrofes, confronta-se com a Natureza numa escala de dimensão e força transumanas que embora tome mais evidente a sua fragilidade física, fortifica a consciência da superioridade do seu espírito face à Natureza, mesmo quando esta o ameaça”.
Nós temos limites evidentes de ocupação no planeta Terra. Não podemos ocupar o fundo dos mares, não podemos ocupar arcos vulcânicos, não podemos ocupar de forma intensiva bordas de placas tectônicas ativas, como o Japão, o Chile, a borda andina, a borda do oeste americano, como Anatólia, na Turquia”, observa o geólogo:Rualdo Menegat, professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituo de Geociências da UFRGS. Não podemos, mas ocupamos, de maneira cada vez mais destemida. O que está acontecendo agora com as usinas nucleares japonesas atingidas pelo grande terremoto do dia 11 de março é mais um alarmante indicativo do tipo de tragédia que pode atingir o mundo globalmente. O que esses eventos nos mostram, enfatiza Menegat, é a progressiva cegueira da civilização humana contemporânea em relação à natureza. A humanidade está bordejando todos os limites perigosos do planeta Terra e se aproxima cada vez mais de áreas de riscos, como bordas de vulcões e regiões altamente sísmicas. “Estamos ocupando locais que, há 50 anos atrás, não ocupávamos. Como as nossas cidades estão ficando gigantes e cegas, elas não enxergam o tamanho do precipício, a proporção do perigo desses locais que elas ocupam”, diz ainda o geólogo, que resume assim a natureza do problema:

"Estamos falando de 6 bilhões e 700 milhões de habitantes, dos quais mais da metade, cerca de 3,7 bilhões, vive em cidades. Isso aumenta a percepção da tragédia como algo assustador. Como as nossas cidades estão ficando muito gigantes e as pessoas estão cegas, elas não se dão conta do tamanho do precipício e do tamanho do perigo desses locais onde estão instaladas. Isso faz também com que tenhamos uma visão dessas catástrofes como algo surpreendente".














E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, QUIETINHOS!

É massivo o aumento do número de estudantes sem vaga nas escolas públicas do EUA. Em um dos condados da Flórida, esse número está aumentando de 15 a 30 alunos por dia.

Nossa resposta? Cortar os fundos orçamentários? Não há nenhum? Pois corte mais então.
 Muitos estadunidenses estão abrindo seus lares para dar abrigo a estas vítimas do livre mercado. Mas em sua maior parte, os principais meios de comunicação mantém-se distantes, o mais longe possível, destas histórias sobre a nova onda de insensibilidade nos Estados Unidos. Preferem se concentrar no preço da gasolina. A instabilidade na Líbia impulsiona a instabilidade em Wisconsin e naqueles Estados onde os governantes locais estão se mostrando incapazes de enfrentar as cargas de endividamento, tema que não frequenta as manchetes sobre temas da atualidade. Mas até quando? Quanto tempo levará para que nossos cristãos evangélicos que governam os Estdos Unidos,  respondam essas perguntas? Em que lugar da Bíblia estabelece-se o dogma de ter governos pequenos e limitados? Onde está escrito que é preciso baixar os impostos de especuladores financeiros?

TODOS MERECEM UMA CHANCE

O mundo gira, as pessoas mudam e nem sempre ficamos satisfeitos com os resultados, mas o pior de tudo é ser pego de surpresa, quando você acredita que está fazendo o seu melhor e o outro simplesmente não lhe dá nem a oportunidade de mudar. Foi isso que aconteceu com José Carlos, médico endocrinologista que pouco antes do Natal foi demitido sem maiores explicações. Com uma viagem marcada com a família, o sujeito embarcou em estado de choque, pois estava fazendo tudo certinho e, de repente, recebeu essa notícia sem explicação. A mesma surpresa desagradável e sensação de impotência aconteceu com Simone quando o namorado simplesmente tirou tudo do guarda-roupa sem se despedir deixando a casa em que moravam vazia. Será que essas pessoas não mereciam uma conversa prévia? Uma explicação?

Claro que sim. Todos merecem respostas, todos merecem feedback e orientações. Se você chefia pessoas, ou mesmo tem responsabilidades com amigos e familiares aprenda se colocar, e dizer o que pensa da forma correta sem magoar, mas colocando limites. Todos merecem uma segunda chance, uma nova oportunidade.