quinta-feira, 12 de novembro de 2009

LIBERDADE DE IMPRENSA

A liberdade de expressão, cuja expressão mais visível é a liberdade de imprensa, representa a outra face da moeda do direito à informação. É porque o cidadão é titular do direito à informação que a liberdade de imprensa não pode faltar. Ela é um direito da sociedade – não dos jornalistas. A liberdade para os jornalistas é um dever, pois a existência da imprensa livre depende do exercício desse dever. Sem jornalistas que exerçam a liberdade, como dever, a imprensa livre não respira. Do mesmo modo, poderíamos dizer de passagem, um procurador da República não tem o direito de renunciar à própria independência. Ele precisa exercê-la para mantê-la viva.

Mas aqui há mais do que a afirmação de princípios. Há, ao fundo, uma questão que poderíamos chamar de sistêmica: da imprensa livre depende nada menos que o funcionamento da democracia. Notem bem os senhores e as senhoras: a liberdade de imprensa não é necessária apenas porque atende a um direito dos cidadãos. A liberdade de imprensa não está aí porque, sem ela, a sociedade teria uma rotina mais triste ou menos dinâmica. É preciso que tenhamos esse dado muito presente: a liberdade de imprensa é indispensável para que a roda da democracia possa girar, para que o sistema aconteça, para que a lógica segundo a qual todo poder emana do povo não seja um teatro vazio.

PÃO COM MANTEIGA

Conta a lenda que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.

A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: "Muito obrigado por este presente, meu amor... Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!"

Moral da história:

1.. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...

2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...

3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.

4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.

PS: Tão simples como um pão com manteiga! 


 

PARA PENSAR

Existem 4 coisas que não se recuperam: - A pedra...depois de atirada; - A palavra....depois de proferida;
- A ocasião...depois de perdida; - O tempo...depois de passado! (autor desconhecido)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

UNIVERSO... UM LIVRO ABERTO PARA QUEM QUER APRENDER.

As estrelas brilham no firmamento. Todas andam em seus caminhos. Nenhuma atrapalha o caminho da outra. Nenhuma tem ciúmes do brilho e do calor da outra. Algumas brilham mais, outras menos. Assim é a humanidade. Cada pessoa é uma estrela. Brilha do seu jeito. Cada uma merece o respeito e o apoio. São bilhões de estrelas nesta humanidade que devem se respeitar. Ao mesmo tempo, em nosso ser e em todo o planeta terra está a variedade do calor e do frio, da luz e da escuridão. Há uma primavera e verão, um outono e inverno. Tudo vai acontecendo no seu ritmo. Há uma beleza na primavera que é de causar admiração para o verão. Há uma beleza no inverno que pode encantar o outono. Cada realidade tem sua beleza. Assim, a vida de cada pessoa é perpassada pela primavera e verão, pelo outono e inverno. Como a natureza se respeita em suas estações, as etapas de nossa vida devem merecer o mesmo respeito.

Tudo isso parece ilusória poesia. Mas não é. Há uma poesia em cada ser do universo como um todo. Mas a natureza e cada ser, é um livro aberto que ensina viver. Em cada ser e no universo todo estão as lições de vida. Depende de cada um escolher e viver essas lições. O livro aberto de um canteiro de jardim pode servir para os namorados conversarem de amor, como pode se tornar um local que recebe o corpo ferido de um criminoso, para quem o livro jardim, nada diz. Cada pessoa é uma estrela. Umas brilham mais, outras menos. Mas não podemos esquecer: Brilham do seu jeito.

ESTAMOS COLHENDO AQUILO QUE PLANTAMOS.

Os meios de comunicação têm insistido no perigo do crack, com resultados discutíveis. Os poderes constituídos acenam com mais verbas para o combate à droga e o recolhimento compulsório dos viciados. As medidas são apenas paliativas, como paliativa é a solução de aumentar a repressão. O bom senso e a natureza nos ensinam que somos livres para escolher a semente que vamos semear; mas a colheita do que vamos semear é obrigatória.

Do poderoso Império Romano se diz que não foi conquistado pelos bárbaros, mas apodreceu socialmente e por isso foi aniquilado pelos bárbaros. Nosso país atravessa um perigoso estágio de decomposição moral. As três grandes instituições sociais- Igreja, escola e Família – tiveram diminuída sua força e influência. E os resultados estão ai. Se não eliminarmos as causas, as conseqüências – droga e violência – continuarão de maneira geométrica.

UM PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA

O presidente da Telefônica, Antônio Valente, informou nesta quinta, 5, durante a cerimônia de comemoração dos 12 anos da Anatel que as reuniões técnicas entre as concessionárias e o Ministério das Comunicações para a configuração de um Plano Nacional de Banda Larga prosseguem e que a expectativa é que seja realizado um encontro com o ministro Hélio Costa na próxima semana para arrematar a proposta. Por enquanto, o custo do projeto ainda não estaria fechado.

O arremate do projeto precisa ser feito nos próximos dias caso o Minicom queira cumprir o prazo dado pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a conclusão do Plano Nacional de Banda Larga. Vale lembrar que há mais de uma proposta sendo discutida pelo governo. Os debates estariam polarizados entre a visão do Minicom, que defende uma parceria com as grandes teles para dar conta dos custos do projeto, e a proposta defendida pelo secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, que apóia a construção de uma rede pública de banda larga, usando as fibras das empresas de energia. O prazo dado originalmente pelo presidente OLula para a apresentação dos estudos sobre os diferentes modelos é dia 11 de novembro. (Mariana Mazza)

RESSURREIÇÃO OU ENCARNAÇÃO?

Uma pesquisa feita pela Universidade de Oxford, (Inglaterra), encomendada pela Igreja Anglicana, afirma que cerca de 4 bilhões de pessoas, ou seja, dois terços da população da Terra crêem na reencarnação.

No Brasil, a maior nação católica e também a mais espírita do mundo, há uma diversidade que demonstra as contraposições entre os que acreditam e os que não acreditam na reencarnação. Os evangélicos, normalmente não acreditam na pluralidade da alma. Pessoas que se dizem católicas, espíritas, budistas ou mesmo indivíduos que não têm nenhuma religião, se intitulam espiritualistas ou universalistas.
Vale ressaltar, que a reencarnação não é um privilégio exclusivo dos espíritas, como muitos ainda crêem, pois ela é universal, ou seja, muitos povos primitivos, o xamanismo, a religião wicca das bruxas, o budismo, o xintoísmo, o judaísmo, o hinduísmo, os antigos sacerdotes egípcios, os filósofos ocidentais como Sócrates, Platão, Pitágoras, Kant, Schopenhauer, Voltaire, Nietzsche, William James, Emerson, Bernard Shaw, todos concordavam com a teoria da reencarnação.

Mesmo na Igreja Católica, até o Concílio de Constantinopla, ocorrido no ano 553 d.C., a Igreja Cristã primitiva aceitava a reencarnação, mas o Imperador Justiniano, influenciado por sua esposa Teodora, conclamou o Concílio de Constantinopla, convidando apenas os bispos não reencarnacionistas, e decretou que a reencarnação não existia, substituindo-a pelo termo ressurreição.
Na ocasião, o Papa Virgílio protestou, se recusando a participar desse Concílio e, com sua recusa, foi preso e mantido prisioneiro de Justiniano por 8 longos anos. E daí, em qual das duas você, leitor amigo, acredita?


 


 

RÁDIO COMUNITÁRIA PODERÁ SER DE COMPETENCIA DO MUNICIPIO.

Tramita na Câmara a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 360/09, do deputado Manoel Junior (PSB-PB), que estabelece a competência dos municípios para legislar sobre radiodifusão comunitária. Hoje, somente a União pode legislar sobre o assunto.

O deputado observa que, se por um lado a radiodifusão comunitária é descentralizada e espalhada pelo País, por outro sua regulamentação e o processo de outorga são centralizados no Poder Executivo federal.

Para Manoel Junior, não faz sentido a União decidir sobre um assunto local. Ele observa que o alcance restrito das rádios comunitárias, as particularidades locais e o papel de relevante interesse público que desempenham em cada comunidade fazem com que essa política seja de natureza essencialmente municipal, "assim como é tarefa do município decidir se vai construir uma escola ou um posto de saúde".

Burocracia
Na opinião do parlamentar, o processo atual é burocrático, lento, caro e pouco transparente. A lentidão do processo atual, entende Manoel Junior, é o que leva inúmeras emissoras a operar na clandestinidade.

ATÉ QUANDO, ATÉ QUANDO POLÍTICOS BRASILEIROS?

O senador Osvaldo Sobrinho (PTB-MT) destinou mais de 80% da verba indenizatória no Senado para divulgar seu mandato em rádios de sua propriedade. Dos R$ 14.773,22 utilizados por ele no mês passado, R$ 12 mil foram para pagar divulgação de suas atividades em três emissoras do Grupo Osvaldo Sobrinho.

Suplente do senador Jayme Campos (DEM-MT), que está licenciado para tratar de assuntos particulares, Osvaldo é proprietário da Rádio Meridional FM de Sinop, da Rede Meridional de Radiodifusão e da Rádio Meridional AM de Sinop, que compõem o grupo que leva seu nome. Cada uma delas recebeu R$ 4 mil da verba, de acordo com informações disponíveis na página do Senado na internet. O caso foi revelado pela repórter Ana Rosa Fagundes, do Diário de Cuiabá.

Como desdobramento do caso, a Câmara decidiu proibir que os deputados gastassem recursos da verba indenizatória em empresas próprias ou de familiares. Os parlamentares alegavam que a regra então em vigor não era clara sobre o assunto e que, por isso, vários deles abasteciam os veículos utilizados pelo mandato em postos de combustíveis de sua propriedade, por exemplo.

LATIFUNDIO MIDIÁTICO É ASSIM MESMO.

Em seu "O Livro dos Abraços", Eduardo Galeano nos conta de uma tribo indígena que decepava a cabeça de seus adversários e as deixava minguar até caber na palma da mão. Para impedir qualquer surpresa desagradável, ainda costuravam sua boca.

Guardadas as proporções de sentido, é exatamente esta a direção do empenho dos barões da mídia quando inundam a programação das "suas" emissoras de rádio e televisão com desinformação e alienação. Entre outros lixos tóxicos, despejam cotidianamente em milhões de lares doses de apatia e criminalização dos movimentos sociais, a quem tentam macular com os antivalores do oportunismo, da covardia e da violência. Com a surrada fórmula da repetição, já que instrumentalizam os meios de comunicação para contaminar e degradar o ambiente das relações pessoais, buscam apequenar cérebros, silenciar falas, deturpar conceitos...

JOVENS CIENTISTAS BUSCAM SOLUÇÕES PARA A DESPOLUIÇÃO DA ÁGUA;

Corantes e outros compostos remanescentes das etapas de processamento do couro como nitrogênio, cálcio, magnésio, ferro e lítio são lançados nas águas dos rios da cidade de Novo Hamburgo (RS). Para minimizar o impacto dos poluentes produzidos pela indústria calçadista, Willian Lopes, estudante do Ensino Médio da Fundação Liberato, desenvolveu o projeto de pesquisa Biorremediação: Utilização do fungo Aspergillus Niger.

Os resultados do trabalho são apresentados na 24ª Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec). O estudante testou a remoção do corante e de outros poluentes através de um sistema de filtração, utilizando como agente removedor a biomassa do fungo. "Os resultados apontaram o sistema de filtração desenvolvido como sendo capaz de remover todos os compostos pesquisados", explica Lopes.

Outra etapa da investigação é encontrar um método para extrair o corante da biomassa para reaproveitamento da indústria no processo de tingimento do couro.

O problema da contaminação das águas também instigou os estudantes paraguaios Miguel Angel Nina, Jessica Paola Fernandez e Marcos Antonio Servin. Neste caso, a questão era com os poluentes resultantes de lavagens de máquinas industriais que utilizam tinta.

Os pesquisadores descobriram a peroxidase, uma enzima, altamente eficaz para o tratamento das águas contaminadas com resíduos fenólico - encontrados na tinta de maquinários de impressão.

"Extraída do chuchu, a peroxidase exerce uma ação oxidante sobre a substância que vai eliminar", explica Jessica. A pesquisa mostrou a eficácia desse processo. O índice de remoção do poluente chegou a 95% das águas dos testes.

O uso da peroxidase no tratamento das águas pode ser uma alternativa para conseguir eliminar os resíduos de tinta (anilinas), especialmente do tipo flexo gráfico (solúvel em água), permitindo a reutilização da água na indústria.